Hoje, plantada na calçada em frente a loja, um idiota - certamente deficiente mental - passou pela rua pedalando algo que se assemelhava muito a uma bicicleta, se não levássemos em consideração as partes retorcidas, as enferrujadas e aquelas que se soltariam do resto da estrutura em um futuro breve. Este exemplar do elo perdido para ao meu lado, tira da cara algo que realmente parecia um par de óculos escuros, olha pra minha cara e diz:
"Que saúde hein, gostosa!"
Quer dizer: além de TODOS os erros identificados acima, ele ainda me solta uma grosseria demodé? A limitação cultural desse povo me mata de desânimo. Nem me dei ao trabalho de mandar o símio à merda. Prefiro não estabelecer comunicação com certas espécies. Apenas virei as costas e entrei na loja. Civilizadamente.............
Daí, que este incidente me fez lembrar de um babaca que não teve a mesma sorte.
Há uns dois anos, a pessoa aqui caminhava pela rua Silva Bueno às 8 e 30 da manhã com o objetivo de abrir a loja que possuía no local. Havia uma tempestade desabando e todos estavam apressados. Foi quando um desavisado cruzou meu caminho e proferiu diversas baixarias impublicáveis tendo como base aquela meiga palavra de sufixo "...uda".
Fatos importantes desconhecidos pelo sujeito, até então: eram 8 e 30 da manhã. Isso é cedo, muito cedo para mim. Meu humor se altera de maneira incontrolável no período matinal. Eu diria que tenho ódio, um ódio gratuito por tudo durante este horário.
Chovia. Eu odeio tomar chuva, mesmo que eu esteja no Sahara, mesmo que esteja em trajes de banho, mesmo que eu fosse a protagonista de "Dançando na Chuva". Chuva é água fria caindo sobre mim e isto, às 8 e 30 da manhã, também faz com que eu desenvolva ódio pelo mundo.
Eu me preparava para abrir a loja porque a funcionária que deveria estar lá fazendo isso me acordou às 7 horas da manhã dizendo que estava passando mal e ia para o hospital. Eu odeio essa mania de hospital, odeio.
Portanto, aquela besta humana não sabia qual era o nível de meu potencial agressivo naquele momento. Por isso, não esperava......apanhar. Sim, eu o agredi fisicamente utilizando uma bolsa e uma pasta como armas.
Minha atitude fez com que ele se pusesse a gritar e me ameaçar. Ele dizia coisas como: sua louca! Maluca! Vou dar queixa contra você! Isso dá cadeia! Desequilibrada! Entre outros.
E os seguranças da rua, todos me aplaudindo.
Porque as bizarrices cotidianas devem ser comentadas
segunda-feira, 2 de março de 2009
Da série "Coisas que não Surpreendem Ninguém"
"Joelma perde bebê aos dois meses de gestação", disse a notícia.
Sim, e qual é a surpresa? Ou alguém acha que Deus é capaz de errar duas vezes? Alguém realmente acredita que Ele permitiria que uma mutação da espécie como o casal Joelma e Chimbinha procriasse?
Não, meus queridos...........essas pessoas suspeitas têm o veto divino quando o assunto é dar continuidade à sua linhagem.
Sim, e qual é a surpresa? Ou alguém acha que Deus é capaz de errar duas vezes? Alguém realmente acredita que Ele permitiria que uma mutação da espécie como o casal Joelma e Chimbinha procriasse?
Não, meus queridos...........essas pessoas suspeitas têm o veto divino quando o assunto é dar continuidade à sua linhagem.
Momento canino-carnavalesco
Houve coisa mais linda/fofa/amada/pura emoção nos últimos 1000 anos?


EU acho que não. Não em minha opinião. Não envolvam cães nos fatos. Eles me influenciam, fazendo de mim uma pessoa tendenciosa.
Ah, se eu estivesse na pista.............................
domingo, 1 de março de 2009
Eletrocutados
Bem, este relato narra o episódio mais cretino de todas as imbecilidades que eu e meus convivas cometemos durante o carnaval que passou.
Segunda-feira passada foi o segundo dia de desfiles na Sapucaí. Como no Domingo já havíamos comparecido aos camarotes e consumido quantidades cavalares de álcool e similares, estávamos imprestáveis. Passamos o dia todo jogados no enorme sofá com o ar condicionado a uma temperatura de -5º sem nos movimentarmos.
Foi quando alguém percebeu: era quase meia-noite, horário limite para pegar o micro-ônibus no aterro do Flamengo que nos desovaria no camarote da Brahma. Sam saiu na frente, pois precisava resgatar um membro do grupo que encontrava-se ausente. Sobramos em casa eu, K e Ben. Aguardávamos uma amiga que estava incumbida de nos dar o boi.
Foi quando ela ligou dizendo que estava nos esperando na esquina da Visconde de Pirajá com a Farme de Amoedo, dois quarteirões para trás de nossa casa, pois não conseguia chegar até a praia devido ao furdunço gerado pelos blocos, bandas, batucadas e bêbados que dominavam Ipanema.
Sendo assim, saímos caminhando pela rua Vinícius de Moraes a seu encontro. Quando chegamos na primeira esquina, Ben ordenou:
"Vamos entrar aqui e ir pela Farme. Lá está vazio"
Para quem desconhece o fato, a rua Farme de Amoedo é o maior reduto gay do universo. É lá que eles frequentam, se encontram, jantam, pegam praia, etc. durante todo o ano. Sempre. É um ponto de encontro gay conhecidíssimo. E durante o carnaval, é lá que fazem sua esbórnia, assim como todo o resto do Rio de Janeiro o faz em toda a cidade.
Pois bem. Ben queria ir até a próxima rua via Farme de Amoedo. Ele afirmava que estava vazia, que nada acontecia ali naquele momento, o que era absolutamente improvável. Eu e K tentamos convencê-lo do contrário. Tentamos dizer que aquele quarteirão devia estar tomado em toda sua extensão por alguma manifestação carnavalesca gay - o que para nós, eu e K, não seria tão grave, desconsiderando o tumulto. Já para ele...............
Mas Ben foi incisivo. Iríamos pela Farme de Amoedo pois aquele era o melhor caminho até nossa amiga. Assim, seguimos pela rua Prudente de Moraes até a esquina da Farme. Quando entramos a pé pela rua, susto. Havia uma quantidade próxima de 500 mil homens pulando ao som de música eletrônica, tomando as calçadas, o asfalto, os bares, assentos de cadeiras, tudo. Não havia ar para respirar, nenhum centímetro para caminhar. Começamos a derreter e ali, não havia mais nada a fazer senão seguir em frente até alcançarmos a esquina que nos daria um carro com ar condicionado e o rumo da Sapucaí.
Fato relevante: Ben é um rapaz moreno, alto, bonito e sensual. Para que seja possível vizualizar o impacto causado por sua presença em terras homossexuais.
Iniciamos nossa caminhada em fila indiana em meio ao tumulto. Eu ouvia um "linda!", a K ouvia um "oxigenada!" e o Ben, um beliscão na bunda. Eu ouvia um "perua!", a K ouvia um "peituda!" e o Ben, um beliscão na bunda. Eu ouvia um "maravilhoosa!", a K ouvia um "loirudaaa!" e o Ben, bem.......mais um beliscão.
Foi quando chegamos nas proximidades da esquina, onde a passagem para transeuntes se afunilava devido à imensa concentração de foliões na porta de um bar. Eu começava a sentir meus pés fora chão, a massa me empurrando para longe de meu destino. K, à frente da fila, ignorando o que um moço (?)disse a ela grunhindo, de modo que só ela ouviu, se apoiou em um postezinho de ferro à sua frente para alavancar sua próxima passada e abrir caminho para os que vinham atrás.
TTTTTTZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ! TLÉC! - um choque elétrico inominável em meio à multidão. Claro que Ben, vindo logo atrás, não notou o ocorrido, apoiou no poste e...
TTTTTTTTZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ! TLÉC! - E o copo de whisky que portava entornou-se, fazendo com que seu conteúdo fosse parar diretamente sobre a camiseta que vestia.
A múmia que vos fala, alheia a tudo que se passava devido ao calor, gritaria e confusão que me cercavam, apoia no mesmo poste e TTTTTTTTTTTTTTTTTTTTZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ! TLÉC! Eletrocutada também.
Ridículos? Certamente.
Segunda-feira passada foi o segundo dia de desfiles na Sapucaí. Como no Domingo já havíamos comparecido aos camarotes e consumido quantidades cavalares de álcool e similares, estávamos imprestáveis. Passamos o dia todo jogados no enorme sofá com o ar condicionado a uma temperatura de -5º sem nos movimentarmos.
Foi quando alguém percebeu: era quase meia-noite, horário limite para pegar o micro-ônibus no aterro do Flamengo que nos desovaria no camarote da Brahma. Sam saiu na frente, pois precisava resgatar um membro do grupo que encontrava-se ausente. Sobramos em casa eu, K e Ben. Aguardávamos uma amiga que estava incumbida de nos dar o boi.
Foi quando ela ligou dizendo que estava nos esperando na esquina da Visconde de Pirajá com a Farme de Amoedo, dois quarteirões para trás de nossa casa, pois não conseguia chegar até a praia devido ao furdunço gerado pelos blocos, bandas, batucadas e bêbados que dominavam Ipanema.
Sendo assim, saímos caminhando pela rua Vinícius de Moraes a seu encontro. Quando chegamos na primeira esquina, Ben ordenou:
"Vamos entrar aqui e ir pela Farme. Lá está vazio"
Para quem desconhece o fato, a rua Farme de Amoedo é o maior reduto gay do universo. É lá que eles frequentam, se encontram, jantam, pegam praia, etc. durante todo o ano. Sempre. É um ponto de encontro gay conhecidíssimo. E durante o carnaval, é lá que fazem sua esbórnia, assim como todo o resto do Rio de Janeiro o faz em toda a cidade.
Pois bem. Ben queria ir até a próxima rua via Farme de Amoedo. Ele afirmava que estava vazia, que nada acontecia ali naquele momento, o que era absolutamente improvável. Eu e K tentamos convencê-lo do contrário. Tentamos dizer que aquele quarteirão devia estar tomado em toda sua extensão por alguma manifestação carnavalesca gay - o que para nós, eu e K, não seria tão grave, desconsiderando o tumulto. Já para ele...............
Mas Ben foi incisivo. Iríamos pela Farme de Amoedo pois aquele era o melhor caminho até nossa amiga. Assim, seguimos pela rua Prudente de Moraes até a esquina da Farme. Quando entramos a pé pela rua, susto. Havia uma quantidade próxima de 500 mil homens pulando ao som de música eletrônica, tomando as calçadas, o asfalto, os bares, assentos de cadeiras, tudo. Não havia ar para respirar, nenhum centímetro para caminhar. Começamos a derreter e ali, não havia mais nada a fazer senão seguir em frente até alcançarmos a esquina que nos daria um carro com ar condicionado e o rumo da Sapucaí.
Fato relevante: Ben é um rapaz moreno, alto, bonito e sensual. Para que seja possível vizualizar o impacto causado por sua presença em terras homossexuais.
Iniciamos nossa caminhada em fila indiana em meio ao tumulto. Eu ouvia um "linda!", a K ouvia um "oxigenada!" e o Ben, um beliscão na bunda. Eu ouvia um "perua!", a K ouvia um "peituda!" e o Ben, um beliscão na bunda. Eu ouvia um "maravilhoosa!", a K ouvia um "loirudaaa!" e o Ben, bem.......mais um beliscão.
Foi quando chegamos nas proximidades da esquina, onde a passagem para transeuntes se afunilava devido à imensa concentração de foliões na porta de um bar. Eu começava a sentir meus pés fora chão, a massa me empurrando para longe de meu destino. K, à frente da fila, ignorando o que um moço (?)disse a ela grunhindo, de modo que só ela ouviu, se apoiou em um postezinho de ferro à sua frente para alavancar sua próxima passada e abrir caminho para os que vinham atrás.
TTTTTTZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ! TLÉC! - um choque elétrico inominável em meio à multidão. Claro que Ben, vindo logo atrás, não notou o ocorrido, apoiou no poste e...
TTTTTTTTZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ! TLÉC! - E o copo de whisky que portava entornou-se, fazendo com que seu conteúdo fosse parar diretamente sobre a camiseta que vestia.
A múmia que vos fala, alheia a tudo que se passava devido ao calor, gritaria e confusão que me cercavam, apoia no mesmo poste e TTTTTTTTTTTTTTTTTTTTZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ! TLÉC! Eletrocutada também.
Ridículos? Certamente.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Cenas de um carnaval
Este post é de caráter exclusivamente ilustrativo. Para que algumas cenas descritas anteriormente tornem-se visíveis. O álbum com todas as baixarias carnavalescas estará disponível na rede em 24 horas.
Aqui temos a vista de nossa sala, momentos antes da Banda de Ipanema invadir a avenida. Notem que nem banda havia e a rua já estava totalmente tomada. Claro que ficamos ilhados até o final da coisa.


Nesta imagem é possível admirar a criatividade dos foliões. Vejam o bom gosto da fantasia deste senhor logo em frente. Sim, o do fio dental. E, sim, é um senhor. Assim como a pomba-gira em frente à Kombi.
Tava muito calmo. O povo quase não prestigia a Banda. Isso aí é um pessoalzinho esperando a massa, que vinha aqui pela esquerda.
É fácil perceber que os frequentadores não gostam muito de tumulto. É impressionante o vídeo que fizemos na hora que a Banda passou de fato. Assim como o resto das fotos, os vídeos também estarão disponíveis na internetis como um todo.
Estes são os chapéus de cones dos quais eu havia falado. Quero morrer porque não consegui uma foto dos chapéus de caneca de chopp. E também do cidadão que transitava com uma vara de pescar em punho. A isca era um Visa e a chave do carro. Amei.
"Oi, eu sou uma libélula e não nasci. Fui inaugurada. E quando eu morrer, vou virar purpurina". Aliás, vou falar um pouco mais sobre a face gay do carnaval quando contar sobre o choque elétrico que quase me matou na rua Farme de Amoedo.
Sim, me rendi aos acessórios. Não falei que tinha uma Branca de Neve? E essa maçã pendurada no pescoço??? Mas, calma. Isso ocorreu no Jardim Botânico. Não tem nada a ver com a história da Farme. E eu estou lindíssima no retrato. Notem o olhar "tomei 75 cervejas".
Olha o que eu e Sam achamos! Walt Disney está até agora revirando no túmulo.
Ainda bem que além de ser frequentadora assídua, este é mais ou menos meu 15º carnaval no Rio. Certas coisas não mais me assustam.
Aqui, se prestarmos atenção, notaremos que, além do punk mais à direita, temos um chapéu de Pica-Pau bem ao centro. Lembrei tanto da Red e o cara da buzina....
Ainda bem que além de ser frequentadora assídua, este é mais ou menos meu 15º carnaval no Rio. Certas coisas não mais me assustam.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Sobre a Ipanema Carnavalesca
Nada mais incrível que um carnaval no Rio de Janeiro, principalmente quando se tem Sam Sam como anfitriã em seu fantástico apê à beira mar.
Ocorre que nesta época do ano, o Rio costuma sofrer uma espécie de invasão dos visigodos. Essa gente baixa na cidade dotada de empolgação grau 10, o que faz com que participem de todos os blocos, bandas, batucadas e esbórnias que costumam acontecer em praça pública. Estes eventos diários acontecem em diversos pontos da cidade, como Gávea, Santa Tereza, Jardim Botânico, Copacabana.
Mas a maior concentração de bárbaros fantasiados e bêbados tem dia e hora marcados. BANDA DE IPANEMA. Adivinhem de onde sai a banda? Da porta de Sam Sam. Salvador? Não é tumulto. Recife? Que nada! A maior putaria do Brasil está aqui, na minha janela.
Anteontem transformamos esta casa numa filial do camarote da Brahma. Eu e K até ganhamos uma música de transeuntes que portavam tamborins. A canção era mais ou menos assim:
"Tátátátátátátá! Desce! "Tátátátátátátá! Desce! "Tátátátátátátá! Eu vou subir! "Tátátátátátátá! Eu vou subir!"
Daí o Benjamin, querido amigo que também está neste albergue, surge na janela.
""Tátátátátátátá! Tira esse brocha daí! "Tátátátátátátá! Tira esse brocha daí! "Tátátátátátátá! Liga pro porteiro! "Tátátátátátátá! Eu vou subir! "Tátátátátátátá! Brocha! "Tátátátátátátá! Brocha! "Tátátátátátátá! Beijo me liga! "Tátátátátátátá! Beijo me liga!"
["tátátátátátátá = tamborins tocando, que fique claro]
Pura poesia.
Os adornos são um caso à parte. Há chapéus que imitam chopps e cones de trânsito, homens de camisola, de toalha na cabeça, de Minnie e Branca de Neve entre outros clássicos. Mas até agora, nada superou um nariz de plástico com o formato de um, como dizer.............um pinto.
A pessoa se transforma no famoso "cara de pau". Tentarei fotografar o artefato.
Ocorre que nesta época do ano, o Rio costuma sofrer uma espécie de invasão dos visigodos. Essa gente baixa na cidade dotada de empolgação grau 10, o que faz com que participem de todos os blocos, bandas, batucadas e esbórnias que costumam acontecer em praça pública. Estes eventos diários acontecem em diversos pontos da cidade, como Gávea, Santa Tereza, Jardim Botânico, Copacabana.
Mas a maior concentração de bárbaros fantasiados e bêbados tem dia e hora marcados. BANDA DE IPANEMA. Adivinhem de onde sai a banda? Da porta de Sam Sam. Salvador? Não é tumulto. Recife? Que nada! A maior putaria do Brasil está aqui, na minha janela.
Anteontem transformamos esta casa numa filial do camarote da Brahma. Eu e K até ganhamos uma música de transeuntes que portavam tamborins. A canção era mais ou menos assim:
"Tátátátátátátá! Desce! "Tátátátátátátá! Desce! "Tátátátátátátá! Eu vou subir! "Tátátátátátátá! Eu vou subir!"
Daí o Benjamin, querido amigo que também está neste albergue, surge na janela.
""Tátátátátátátá! Tira esse brocha daí! "Tátátátátátátá! Tira esse brocha daí! "Tátátátátátátá! Liga pro porteiro! "Tátátátátátátá! Eu vou subir! "Tátátátátátátá! Brocha! "Tátátátátátátá! Brocha! "Tátátátátátátá! Beijo me liga! "Tátátátátátátá! Beijo me liga!"
["tátátátátátátá = tamborins tocando, que fique claro]
Pura poesia.
Os adornos são um caso à parte. Há chapéus que imitam chopps e cones de trânsito, homens de camisola, de toalha na cabeça, de Minnie e Branca de Neve entre outros clássicos. Mas até agora, nada superou um nariz de plástico com o formato de um, como dizer.............um pinto.
A pessoa se transforma no famoso "cara de pau". Tentarei fotografar o artefato.
Dipromada
Estou sentada na casa de Sam, Rio de Janeiro, assistindo com ela ao cultural TV Fama para atualizarmos nosso conteúdo carnavalesco. De repente um filhote de avestruz com cruz credo surge na tela. A pessoa, uma versão humana do Primo It com tetas assassinas, atende pelo nome de Sabrina Boing Boing. Cada coisa que a gente aprende assistindo à shows de variedades na Rede TV.
A matéria falava sobre um certo diploma que a sujeita recebeu. Parece que ela escreve uma coluna sobre sexo - oh, que improvável - em alguma publicação suspeita e, devido ao sucesso e reconhecimento profissional obtido, algum retardado concedeu à figura um diploma em......sexo, obviamente.
A parte interessante, porém, veio em forma de entrevista. Logo após a pobre repórter questionar sobre o sentimento de Boing Boing em relação à honra conquistada, veio a bomba:
"Eu estou muito feliz, pois acabo de receber meu SEGUNDO diploma. O primeiro é de datilografia."
DATILOGRAFIA
Foi o que Sam disse: essas pessoas são celebridades em um universo paralelo. A propósito, descobri o nome do transformista que trabalha de madrinha de bateria da Porto da Pedra no carnaval. A pessoa tem o nome de Valesca Popozuda. Sério.
Não pulo pela janela porque estou no primeiro andar.
A matéria falava sobre um certo diploma que a sujeita recebeu. Parece que ela escreve uma coluna sobre sexo - oh, que improvável - em alguma publicação suspeita e, devido ao sucesso e reconhecimento profissional obtido, algum retardado concedeu à figura um diploma em......sexo, obviamente.
A parte interessante, porém, veio em forma de entrevista. Logo após a pobre repórter questionar sobre o sentimento de Boing Boing em relação à honra conquistada, veio a bomba:
"Eu estou muito feliz, pois acabo de receber meu SEGUNDO diploma. O primeiro é de datilografia."
DATILOGRAFIA
Foi o que Sam disse: essas pessoas são celebridades em um universo paralelo. A propósito, descobri o nome do transformista que trabalha de madrinha de bateria da Porto da Pedra no carnaval. A pessoa tem o nome de Valesca Popozuda. Sério.
Não pulo pela janela porque estou no primeiro andar.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Outra do Feliz Trabalhador
Há um tempo comentei aqui sobre o cara que efetua a leitura de meu relógio de luz a serviço da Eletropaulo. Eu, carinhosamente, o apelidei de Hardy.
Pois bem. Hoje foi dia de leitura da Eletropaulo. Hardy estava.....como poderia descrever? Revoltado. Ele dizia que queria ter 100 leituras para fazer durante o dia. Assim chegaria de volta na empresa às 10 da noite e meteria um processo quando saísse de lá.
"Quem não faz isso é trouxa!"
Prosseguiu discursando sobre como a Eletropaulo era melhor quando era estatal. Mas em 96, sempre segundo Hardy, o Banco do Brasil emprestou dinheiro para os americanos comprarem a empresa.
"E americano não presta!"
Ainda por cima, eles acham que porque "ele" é terceirizado, é trouxa.
"Mas eles vão ver só........."
E foi embora montado em sua nuvem negra.
Pois bem. Hoje foi dia de leitura da Eletropaulo. Hardy estava.....como poderia descrever? Revoltado. Ele dizia que queria ter 100 leituras para fazer durante o dia. Assim chegaria de volta na empresa às 10 da noite e meteria um processo quando saísse de lá.
"Quem não faz isso é trouxa!"
Prosseguiu discursando sobre como a Eletropaulo era melhor quando era estatal. Mas em 96, sempre segundo Hardy, o Banco do Brasil emprestou dinheiro para os americanos comprarem a empresa.
"E americano não presta!"
Ainda por cima, eles acham que porque "ele" é terceirizado, é trouxa.
"Mas eles vão ver só........."
E foi embora montado em sua nuvem negra.
Já que a pauta é Carnaval...
Meus clientes são realmente incríveis. Não me canso de afirmar. Certamente alguém andou distribuindo cartões de desconto para compras em meu estabelecimento dentro de alguma instituição especializada no tratamento de deficientes mentais. É a única explicação que me vem à cabeça para que tantos deles frequentem minha loja.
Minha fábrica funciona em um prédio de 4 andares, cuja frente tem uns 120 metros. Por se tratar de uma empresa que produz CAMISAS, minha fachada é coberta por uma imensa.........camisa. Importante explicar que a peça decorativa pende do alto do último andar ocupando toda a frente do imóvel, ou seja, é do tamanho de um prédio de 4 andares.
Nesta semana - que graças à Nossa Senhora das Empadas acabou, o que possibilita que eu me jogue no Rio de Janeiro - enquanto eu realizava alguma atividade realmente relevante para o futuro da indústria têxtil, um ser invade a sala. Aliás, adoro a facilidade com que essa gente invade minha sala. Sempre. Certamente eles pensam: "Sou cliente, estou pagando, vou lá importunar aquela otária".
Enfim, esta sujeita entrou na minha santa sala e lançou:
"Paula, queria te pedir um favor..."
Disse isso toda serelepe, quase saltitando.
"É que estou indo passar o carnaval lá em Puta que Pariu do Norte e o baile de carnaval é animadíssimo, todo mundo vai fantasiado....."
E eu, já prendendo a respiração, olhos ebugalhados, trilha de "Jaws" tocando em minha mente, sem saber o que esperar daquela fulana.
"E como no carnaval o lema é 'bota a camisinha', eu pensei em botar o camisão!"
E minha cara adquiriu a seguinte forma: "?". Fora o fato de a palhaça se achar a gênia da tirada inteligente. Morra.
"Então, eu queria saber se você não poderia me emprestar o seu camisão lá de fora! Eu uso no carnaval, lavo e te trago de volta!"
E eu: "Mas...........a camisa é do tamanho do PRÉDIO........não dá para você VESTI-LA.......tipo não dá, não cabe.......não!"
Ao que a pessoa retruca: "Mas eu dou um jeito, eu amarro ela do lado!"
E eu: ".............................................................................................."
Eu PRECISO da minha foice!
Minha fábrica funciona em um prédio de 4 andares, cuja frente tem uns 120 metros. Por se tratar de uma empresa que produz CAMISAS, minha fachada é coberta por uma imensa.........camisa. Importante explicar que a peça decorativa pende do alto do último andar ocupando toda a frente do imóvel, ou seja, é do tamanho de um prédio de 4 andares.
Nesta semana - que graças à Nossa Senhora das Empadas acabou, o que possibilita que eu me jogue no Rio de Janeiro - enquanto eu realizava alguma atividade realmente relevante para o futuro da indústria têxtil, um ser invade a sala. Aliás, adoro a facilidade com que essa gente invade minha sala. Sempre. Certamente eles pensam: "Sou cliente, estou pagando, vou lá importunar aquela otária".
Enfim, esta sujeita entrou na minha santa sala e lançou:
"Paula, queria te pedir um favor..."
Disse isso toda serelepe, quase saltitando.
"É que estou indo passar o carnaval lá em Puta que Pariu do Norte e o baile de carnaval é animadíssimo, todo mundo vai fantasiado....."
E eu, já prendendo a respiração, olhos ebugalhados, trilha de "Jaws" tocando em minha mente, sem saber o que esperar daquela fulana.
"E como no carnaval o lema é 'bota a camisinha', eu pensei em botar o camisão!"
E minha cara adquiriu a seguinte forma: "?". Fora o fato de a palhaça se achar a gênia da tirada inteligente. Morra.
"Então, eu queria saber se você não poderia me emprestar o seu camisão lá de fora! Eu uso no carnaval, lavo e te trago de volta!"
E eu: "Mas...........a camisa é do tamanho do PRÉDIO........não dá para você VESTI-LA.......tipo não dá, não cabe.......não!"
Ao que a pessoa retruca: "Mas eu dou um jeito, eu amarro ela do lado!"
E eu: ".............................................................................................."
Eu PRECISO da minha foice!
Gente coisa é outra fina
Enquanto a pobretada se prepara para passar 4 incríveis dias se acotovelando em alguma praia de terceira linha do extremo sul do litoral paulista, ou está apta a desperdiçar 9 horas de sua vida atrás de um volante para atingir o distante destino de uma chácara em Socorro ou algo do gênero - todos acreditando que vão se divertir a valer, Muso pega um avião e se manda para Veneza.
Sim, Muso foi à Veneza por ocasião do Carnaval. Convidado para o famoso Bal Masqué. Meu local cativo na Sapucaí não chega nem no chulé deste cidadão.
Sim, Muso foi à Veneza por ocasião do Carnaval. Convidado para o famoso Bal Masqué. Meu local cativo na Sapucaí não chega nem no chulé deste cidadão.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
The Twilight Trilogy
Obcecada. É esta a palavra. Obssessão pura e verdadeira.
Estou devorando a Twilight Trilogy e por mim, não faria mais nada da vida. Me dedicaria a chantagear a autora para que não parasse mais de escrever a série.
Normalmente leio de 2 a 3 livros concomitantemente pois cada um trata de um assunto específico e nada me impede que eu os desfrute ao mesmo tempo. Sou uma variação daquelas pessoas malas que assistem 4 canais ao mesmo tempo na TV. Com a imensa vantagem de não ser mala.
Pois bem. Desde que comecei o primeiro livro da série, não consegui achar nada que me prendesse a atenção como aquilo. Emendei a leitura ao segundo volume - que acabo de finalizar - e já estou entrando no terceiro. O quarto ainda não foi lançado e acho que vou precisar de um grupo de apoio para conseguir aguardá-lo.
A duvida é: estaria eu, esta jovem senhora quase tia, regredindo? Estaria desenvolvendo algum típo de síndrome adolescente? Estaria eu entrando em fase de desenvolvimento da babaquice?
Espero que sim, pois há anos desprendo considerável energia para tal. Para poder dar atenção à temas que não me tocariam, mas que são divertidos por demais. E acho que está nítido meu sucesso.
Será que minha próxima coleção será "Gossip Girl"? Ou "Harry Potter"? Talvez comece a assistir "High School Musical", sei lá. A única coisa que garanto é ki jamaix iskreverei axim. Sou incapaz de tanto.
Podem confiar.
Estou devorando a Twilight Trilogy e por mim, não faria mais nada da vida. Me dedicaria a chantagear a autora para que não parasse mais de escrever a série.
Normalmente leio de 2 a 3 livros concomitantemente pois cada um trata de um assunto específico e nada me impede que eu os desfrute ao mesmo tempo. Sou uma variação daquelas pessoas malas que assistem 4 canais ao mesmo tempo na TV. Com a imensa vantagem de não ser mala.
Pois bem. Desde que comecei o primeiro livro da série, não consegui achar nada que me prendesse a atenção como aquilo. Emendei a leitura ao segundo volume - que acabo de finalizar - e já estou entrando no terceiro. O quarto ainda não foi lançado e acho que vou precisar de um grupo de apoio para conseguir aguardá-lo.
A duvida é: estaria eu, esta jovem senhora quase tia, regredindo? Estaria desenvolvendo algum típo de síndrome adolescente? Estaria eu entrando em fase de desenvolvimento da babaquice?
Espero que sim, pois há anos desprendo considerável energia para tal. Para poder dar atenção à temas que não me tocariam, mas que são divertidos por demais. E acho que está nítido meu sucesso.
Será que minha próxima coleção será "Gossip Girl"? Ou "Harry Potter"? Talvez comece a assistir "High School Musical", sei lá. A única coisa que garanto é ki jamaix iskreverei axim. Sou incapaz de tanto.
Podem confiar.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
O sorriso do lagarto
Estava eu de bobeira, tempo livre, sem nada de muito útil para fazer quando decidi que aquele era um bom momento para acessar o Terra e checar e-mails.
Na página inicial há a notícia sobre a libertação do Sr. Alan Jara, ex-governador devolvido pelas Farc na Colômbia.
Susto. Espia o sorriso do muchacho:
Eu não sei o que deram de comer para esta pessoa durante os 7 anos de cativeiro. O que eu sei é que essa coisa faz crescer dentes. Dentes assassinos.
Na página inicial há a notícia sobre a libertação do Sr. Alan Jara, ex-governador devolvido pelas Farc na Colômbia.
Susto. Espia o sorriso do muchacho:
Eu não sei o que deram de comer para esta pessoa durante os 7 anos de cativeiro. O que eu sei é que essa coisa faz crescer dentes. Dentes assassinos.
A musa do carnaval no Aquém do Além
Sobre o post anterior, Red comentou:
"Porto da Pedra não é aquela em que a "bonita e gostosa" Suzana Vieira desfila?"
Graças a Deus, não. Se, além das duas barangas citadas, a escola colocasse essa velha desorientada na avenida, acho que a Sapucaí derreteria, sei lá.
Essa daí leva todo seu charme e graça ao desfile da Grande Rio. Vamos supor que um dia eu tome o poder da referida agremiação. Agora imagine um abismo. Na minha opinião, essa figura já acumulou idade suficiente para que possamos arremessá-la.
Pois só quem já teve a visão do inferno que é contemplar essa pelancuda cruzando a pista em trajes menores conhece a necessidade de eliminarmos o ser antes do próximo carnaval.
"Porto da Pedra não é aquela em que a "bonita e gostosa" Suzana Vieira desfila?"
Graças a Deus, não. Se, além das duas barangas citadas, a escola colocasse essa velha desorientada na avenida, acho que a Sapucaí derreteria, sei lá.
Essa daí leva todo seu charme e graça ao desfile da Grande Rio. Vamos supor que um dia eu tome o poder da referida agremiação. Agora imagine um abismo. Na minha opinião, essa figura já acumulou idade suficiente para que possamos arremessá-la.
Pois só quem já teve a visão do inferno que é contemplar essa pelancuda cruzando a pista em trajes menores conhece a necessidade de eliminarmos o ser antes do próximo carnaval.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Unidos do Aquém do Além, de onde se vive os Môrto
O bom de você passar seu dia de trabalho sem a menor disposição para a produção, é que esta condição lhe proporciona tempo livre para que você possa fazer coisas realmente importantes. Como assistir ao cultural programa de Sônia Abrão estatelada em seu escritório.
O show é inclusive um ponto de referência do calendário nacional. Por exemplo: como saber se o carnaval está próximo? Simples! Ligue a TV, sintonize na Sônia e se houver uma putada semi-nua chacoalhando uma bunda grande e gorda em frente às câmeras, pronto! Você saberá instantaneamente que a festividade se aproxima!
Hoje a repórter de Sônia estava transmitindo da quadra da Porto da Pedra - que, inclusive é uma fantástica escola de samba, uma das minhas preferidas - uma matéria que girava em torno de duas barangas. Uma delas, a Mulher Moranguinho (vááááááááásifudê!), madrinha das passistas, alfinetava uma outra baranga cujo nome desconheço, mas aposto que ela é traveco da Atlântica nas horas vagas e que vem a ser a madrinha da bateria. Dois tribufus assustadores. Eu sou do tempo em que a Luiza Brunet e a Valeria Valenssa eram rainhas de bateria. Não sei de onde os caras tiram esses bichos. Não servem nem para empurrar carro alegórico.
Como pretendo estar presente na Sapucaí este ano, providenciarei um saco de milho para levar à avenida e atirá-lo de cima do meu camarote sobre essa gente quando por mim passarem.
Medo.
O show é inclusive um ponto de referência do calendário nacional. Por exemplo: como saber se o carnaval está próximo? Simples! Ligue a TV, sintonize na Sônia e se houver uma putada semi-nua chacoalhando uma bunda grande e gorda em frente às câmeras, pronto! Você saberá instantaneamente que a festividade se aproxima!
Hoje a repórter de Sônia estava transmitindo da quadra da Porto da Pedra - que, inclusive é uma fantástica escola de samba, uma das minhas preferidas - uma matéria que girava em torno de duas barangas. Uma delas, a Mulher Moranguinho (vááááááááásifudê!), madrinha das passistas, alfinetava uma outra baranga cujo nome desconheço, mas aposto que ela é traveco da Atlântica nas horas vagas e que vem a ser a madrinha da bateria. Dois tribufus assustadores. Eu sou do tempo em que a Luiza Brunet e a Valeria Valenssa eram rainhas de bateria. Não sei de onde os caras tiram esses bichos. Não servem nem para empurrar carro alegórico.
Como pretendo estar presente na Sapucaí este ano, providenciarei um saco de milho para levar à avenida e atirá-lo de cima do meu camarote sobre essa gente quando por mim passarem.
Medo.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Give me drugs
Dentre os tantos e incontáveis problemas metafísicos que fazem parte de meu complicado ser, tenho um carinho todo especial ao que se refere ao meu ombro esquerdo.
Meu ombro esquerdo, sem motivo nem aviso, constantemente sai do lugar. Desloca mesmo, com estalo, créc e tudo mais. Normalmente o bicho desencaixa e volta sem maiores complicações nem sequelas.
O que não ocorreu Domingo passado. Quando o ombro deu pobrema, voltou para seu devido local, mas eu nunca mais fui a mesma. Gravidade: 10.
Na segunda feira, não acreditando em tamanho estrago, meu quiropraxista cego me receitou um antiinflamatório básico, pois só após o efeito do medicamento ele poderia pensar em mexer nas minhas vértebras.
Atenção ao conteúdo do campo "Reações Adversas": cólica abdominal, dispepsia, flatulência, gastrite, diarréia, náusea, tontura, dor de cabeça, fraqueza, constipação, redução do apetite (opa!), sonolência, enrubescimento, sensibilidade da visão a claridade, aumento da ingestão de líquidos (pode cerveja, doutor?), nervosismo, insônia, vômito, visão obscura, sensação de ardência no tórax ou estômago, febre, dor e aumento da diurese, depressão mental, zumbido no ouvido (pãtz...), erupção de pele ou prurido, sangue nas fezes, dor no peito, diminuição da diurese (não era aumento, porra?), aumento de pressão sanguínea, cãibra, úlcera, manchas brancas na boca ou lábios, dor de garganta, edema ou sensibilidade na área do abdômen, edema de face, mãos, perna e pés (edema combo), inchaço de glândulas, cansaço ou fraqueza incomuns, ganho de peso (remédio com praga), olhos e pele amarelados, desmaios, manchas vermelhas puntiformes na pele, dispnéia, dificuldade em respirar, hemorragia. Ponto final.
Sóóóóóó isso? Tô pensando em tomar dois por dose, logo de uma vez.
Me senti uma música dos Titãs.
Meu ombro esquerdo, sem motivo nem aviso, constantemente sai do lugar. Desloca mesmo, com estalo, créc e tudo mais. Normalmente o bicho desencaixa e volta sem maiores complicações nem sequelas.
O que não ocorreu Domingo passado. Quando o ombro deu pobrema, voltou para seu devido local, mas eu nunca mais fui a mesma. Gravidade: 10.
Na segunda feira, não acreditando em tamanho estrago, meu quiropraxista cego me receitou um antiinflamatório básico, pois só após o efeito do medicamento ele poderia pensar em mexer nas minhas vértebras.
Atenção ao conteúdo do campo "Reações Adversas": cólica abdominal, dispepsia, flatulência, gastrite, diarréia, náusea, tontura, dor de cabeça, fraqueza, constipação, redução do apetite (opa!), sonolência, enrubescimento, sensibilidade da visão a claridade, aumento da ingestão de líquidos (pode cerveja, doutor?), nervosismo, insônia, vômito, visão obscura, sensação de ardência no tórax ou estômago, febre, dor e aumento da diurese, depressão mental, zumbido no ouvido (pãtz...), erupção de pele ou prurido, sangue nas fezes, dor no peito, diminuição da diurese (não era aumento, porra?), aumento de pressão sanguínea, cãibra, úlcera, manchas brancas na boca ou lábios, dor de garganta, edema ou sensibilidade na área do abdômen, edema de face, mãos, perna e pés (edema combo), inchaço de glândulas, cansaço ou fraqueza incomuns, ganho de peso (remédio com praga), olhos e pele amarelados, desmaios, manchas vermelhas puntiformes na pele, dispnéia, dificuldade em respirar, hemorragia. Ponto final.
Sóóóóóó isso? Tô pensando em tomar dois por dose, logo de uma vez.
Me senti uma música dos Titãs.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Querido Sr. Anônimo
Em resposta às suas questões de números "1" e "2", respectivamente, informo com todo meu apreço que não, realmente não publico seus comentários provincianos e mau escritos em meu lindo blog, pois considero seu conteúdo ignorante, grosseiro, tacanho, coisa digna de um genuíno bundão. E aqueles que lêem e aqui comentam integram uma facção distinta da espécie humana que em nada se assemelha à sua. Explicando: seres como meus leitores não se interessam por opiniões como as suas, portanto não as publico. Não é por covardia ou para não ser contrariada, como pensa sua pobre pessoa. É apenas lixo que descarto.
Sinto informar também que não, não me escondo atrás de um pseudônimo. Se você prestar bastante atenção, notará que "Paulinas" é um apelido carinhoso para meu nome, Paula. Sei que é difícil estabelecer e imaginar esta relação. A maioria das pessoas que me conhecem por Paulinas nem imaginam que meu nome seja Paula. É o disfarce perfeito, sou realmente genial.
Sobre seu comentário definindo minha personalidade como "mimada, irresponsável, burguesinha - palavrinha cafona -, cérebro de ostra, preconceituosa" e tantos outros termos amáveis que usou para demonstrar sua indignação em relação ao fato de eu "escrever só o que me interessa", eis o que eu tenho a lhe dizer, bonitão: escrevo o que eu quiser, sobre o que eu quiser, na hora que eu quiser no MEU blog. Quem manda nesta piromba aqui sou eu e estou cagando e andando para seus piquetes. Ah! E sou mesmo tudo isso aí que você disse. E muito mais. Sou uma péssima pessoa e me esforço a cada dia para piorar mais e mais. Com muito orgulho ;).
Finalizando, só para ilustrar, o Habla Sério não é especializado em:
- Política - "invés - burraldo - de ridicularizar pessoas que estão se candidatando para tentar melhorar sua cidade, você deveria se informar sobre seus projetos passados, presentes e futuros". Parece dono de tenda: 'Madame Zulmira - leio seu passado, seu presente e seu futuro';
- Religião - "aposto que você é uma pessoa sem fé, sem nenhum amor no coração, não cite Deus em vão, isso só diminui seu espírito e aumenta sua ignorância, você insulta Testemunhas de Jeová e Evangélicos, isso é preconceito......" . Preguiça monstra. Aleluia pra você também;
- Medicina - "você se acha muito esperta mesmo tentando convencer todo mundo - vou dominar o mundo!!!! - que entende tudo sobre asma. Tá querendo se passar por quem? Quem disse que humidade do ar interfere em uma doença crônica?" - E você é, de fato MUITO burro. Vá até o dicionário e pesquise o significado de 'doença crônica'. Aproveite e tente achar ÚÚÚÚmidade. Com U, de preferência;
- Turismo conspiratório - "provavelmente você ajuda a depredar a natureza em Caraíva com algum negócio lucrativo, por isso faz tanta 'publicidade' - ugh - da cidade....." - se eu tive um ataque de riso? Claro que sim. Pelo menos rimou....publicidade.....cidade.....
Ou seja, seu TAPADO:
Se você não gosta, não leia. Vá fazer outra coisa, ocupe seu tempo, bata um bolo, sei lá. Procure na internet algum fórum voltado para nerds que se acham sérios e importantes. Você deve encontrar se colocar na busca "limítrofes por um mundo melhor". Os grandes portais oferecem este tipo de entretenimento.
O seu problema é sofrer do único mal da humanidade que não tem cura. Você é chato, muito chato e chatice é irreversível, te contaram? E bobo também. E, claro, deve ser feio bagarai.
Dica: vá cagar no mato.
Beijo, outro, tchau.
Sinto informar também que não, não me escondo atrás de um pseudônimo. Se você prestar bastante atenção, notará que "Paulinas" é um apelido carinhoso para meu nome, Paula. Sei que é difícil estabelecer e imaginar esta relação. A maioria das pessoas que me conhecem por Paulinas nem imaginam que meu nome seja Paula. É o disfarce perfeito, sou realmente genial.
Sobre seu comentário definindo minha personalidade como "mimada, irresponsável, burguesinha - palavrinha cafona -, cérebro de ostra, preconceituosa" e tantos outros termos amáveis que usou para demonstrar sua indignação em relação ao fato de eu "escrever só o que me interessa", eis o que eu tenho a lhe dizer, bonitão: escrevo o que eu quiser, sobre o que eu quiser, na hora que eu quiser no MEU blog. Quem manda nesta piromba aqui sou eu e estou cagando e andando para seus piquetes. Ah! E sou mesmo tudo isso aí que você disse. E muito mais. Sou uma péssima pessoa e me esforço a cada dia para piorar mais e mais. Com muito orgulho ;).
Finalizando, só para ilustrar, o Habla Sério não é especializado em:
- Política - "invés - burraldo - de ridicularizar pessoas que estão se candidatando para tentar melhorar sua cidade, você deveria se informar sobre seus projetos passados, presentes e futuros". Parece dono de tenda: 'Madame Zulmira - leio seu passado, seu presente e seu futuro';
- Religião - "aposto que você é uma pessoa sem fé, sem nenhum amor no coração, não cite Deus em vão, isso só diminui seu espírito e aumenta sua ignorância, você insulta Testemunhas de Jeová e Evangélicos, isso é preconceito......" . Preguiça monstra. Aleluia pra você também;
- Medicina - "você se acha muito esperta mesmo tentando convencer todo mundo - vou dominar o mundo!!!! - que entende tudo sobre asma. Tá querendo se passar por quem? Quem disse que humidade do ar interfere em uma doença crônica?" - E você é, de fato MUITO burro. Vá até o dicionário e pesquise o significado de 'doença crônica'. Aproveite e tente achar ÚÚÚÚmidade. Com U, de preferência;
- Turismo conspiratório - "provavelmente você ajuda a depredar a natureza em Caraíva com algum negócio lucrativo, por isso faz tanta 'publicidade' - ugh - da cidade....." - se eu tive um ataque de riso? Claro que sim. Pelo menos rimou....publicidade.....cidade.....
Ou seja, seu TAPADO:
Se você não gosta, não leia. Vá fazer outra coisa, ocupe seu tempo, bata um bolo, sei lá. Procure na internet algum fórum voltado para nerds que se acham sérios e importantes. Você deve encontrar se colocar na busca "limítrofes por um mundo melhor". Os grandes portais oferecem este tipo de entretenimento.
O seu problema é sofrer do único mal da humanidade que não tem cura. Você é chato, muito chato e chatice é irreversível, te contaram? E bobo também. E, claro, deve ser feio bagarai.
Dica: vá cagar no mato.
Beijo, outro, tchau.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
"Não, não sou Corinthiana. Sou uma religiosa"
Estava minha pessoa devidamente abundada no escritório da loja, pensando no que haveria de interessante pelas redondezas para ser deglutido como almoço, quando uma das vendedoras põe a carona na porta e diz:
"Ai Paula.............tem uma PESSOA aqui querendo falar com você de qualquer jeito........"
E o ser humano entrou em minha sala. Tratava-se de uma freira, daquelas freiras freiras mesmo, fantasiada de freira, com aquela roupona preeeeta e branca, que tinha ido até lá para divulgar - e quem sabe, até vender - seu novo CD.
Sorte minha estar sozinha naquele momento. Se qualquer membro de minha família estivesse no recinto a aparição da freira, seguida da informação de que ela era uma religiosa lançando um CD, seria responsável pelo maior acesso de riso do mês em mim. Bastaria um olhar. Pecado mortal.
Impossível não vizualizar Irmã Selma.
"Ai Paula.............tem uma PESSOA aqui querendo falar com você de qualquer jeito........"
E o ser humano entrou em minha sala. Tratava-se de uma freira, daquelas freiras freiras mesmo, fantasiada de freira, com aquela roupona preeeeta e branca, que tinha ido até lá para divulgar - e quem sabe, até vender - seu novo CD.
Sorte minha estar sozinha naquele momento. Se qualquer membro de minha família estivesse no recinto a aparição da freira, seguida da informação de que ela era uma religiosa lançando um CD, seria responsável pelo maior acesso de riso do mês em mim. Bastaria um olhar. Pecado mortal.
Impossível não vizualizar Irmã Selma.
Vivarina
Amanhã vou perguntar para Gabi, querida irmã, qual a marca dos óculos de leitura dela. Porque esta é uma informação que interessará e muito para quem faz uso de tal artefato.
Hoje descobrimos que o modelo que ela adquiriu há algum tempo é imortal. Eles não quebram, não riscam, não entortam, não empenam. Como?
Faz uns dois dias que Gabi procurava seus óculos, encafifada, pois só os usa para ver TV no quarto, o que restringe quase que absolutamente a área de circulação do objeto, transformando em quase nulas as chances de perda ou roubo.
Hoje à noite, de bobeira, ela resolveu abrir sua máquina de lavar para tirar toda a roupa de cama que ali estava. Eram lençóis, fronhas, edredon, cobertor. Ao puxar a segunda ou terceira peça, o que veio junto? Sim, os óculos. Quer dizer: ela amarfanhou toda sua roupa de cama - óculos junto, jogou dentro de uma máquina de lavar, bateu aquilo, tacou sabão, amaciante, centrifugou....e nada aconteceu ao frágil objeto de acetato equipado com lentes quebráveis?
Amanhã faremos o teste no qual uma betoneira passará com duas rodas por cima deles.
Hoje descobrimos que o modelo que ela adquiriu há algum tempo é imortal. Eles não quebram, não riscam, não entortam, não empenam. Como?
Faz uns dois dias que Gabi procurava seus óculos, encafifada, pois só os usa para ver TV no quarto, o que restringe quase que absolutamente a área de circulação do objeto, transformando em quase nulas as chances de perda ou roubo.
Hoje à noite, de bobeira, ela resolveu abrir sua máquina de lavar para tirar toda a roupa de cama que ali estava. Eram lençóis, fronhas, edredon, cobertor. Ao puxar a segunda ou terceira peça, o que veio junto? Sim, os óculos. Quer dizer: ela amarfanhou toda sua roupa de cama - óculos junto, jogou dentro de uma máquina de lavar, bateu aquilo, tacou sabão, amaciante, centrifugou....e nada aconteceu ao frágil objeto de acetato equipado com lentes quebráveis?
Amanhã faremos o teste no qual uma betoneira passará com duas rodas por cima deles.
Marley & Eu - Conclusões
Então. Hoje à tarde, após agradável almoço na companhia de Muso, resolvemos ir ao cinema. Quando ele me questionou sobre qual filme eu preferia ver, respirei, tomei coragem e respondi:
- "Eu queria ver o Marley."
Digo que tomei coragem porque TODAS as pessoas de minhas relações que assistiram ao filme se esgoelaram de tanto chorar e me alertaram sobre pensar na possibilidade de NÃO vê-lo, já que todos sabiam que o efeito canino seria infinitamente maior e mais descontrolado em mim. Muso, sabendo disso também, respondeu:
- "Mas o Marley é triste, você vai chorar."
- "Não, o filme é engraçado, só o final é triste. Eu li o livro, sou sabidona, sei o que acontece. Vamos ver o Marley, vamos, vamos, por favoooooooooorrrr!"
A realidade é que eu sabia o que me esperava, mas sabia também que não sobreviveria normalmente sem ver o Marley. Justo eu.
Fomos.
Não vou gastar o tempo de quem está lendo este post explicando o que aconteceu. É óbvio que quase morri de ataque cardíaco, chorei, solucei, arruinei com meu rímel, minha cara ficou parecendo um tomate, foi um sofrimento terrível, que tristeza. Anta, que deveria ter entrado no Benjamin Button e economizado 4 rugas na cara.
Este trauma fez com que eu tomasse uma decisão definitiva: se houver qualquer filme estrelado por um cachorrinho/gatinho/coelhinho/porquinho/vaquinha/passarinho e similares, no qual o final da história envolva a morte dele, neste filme eu não vou.
Preciso de um pote de sorvete de Sonho de Valsa para dormir em paz. Chuiiinfff!
- "Eu queria ver o Marley."
Digo que tomei coragem porque TODAS as pessoas de minhas relações que assistiram ao filme se esgoelaram de tanto chorar e me alertaram sobre pensar na possibilidade de NÃO vê-lo, já que todos sabiam que o efeito canino seria infinitamente maior e mais descontrolado em mim. Muso, sabendo disso também, respondeu:
- "Mas o Marley é triste, você vai chorar."
- "Não, o filme é engraçado, só o final é triste. Eu li o livro, sou sabidona, sei o que acontece. Vamos ver o Marley, vamos, vamos, por favoooooooooorrrr!"
A realidade é que eu sabia o que me esperava, mas sabia também que não sobreviveria normalmente sem ver o Marley. Justo eu.
Fomos.
Não vou gastar o tempo de quem está lendo este post explicando o que aconteceu. É óbvio que quase morri de ataque cardíaco, chorei, solucei, arruinei com meu rímel, minha cara ficou parecendo um tomate, foi um sofrimento terrível, que tristeza. Anta, que deveria ter entrado no Benjamin Button e economizado 4 rugas na cara.
Este trauma fez com que eu tomasse uma decisão definitiva: se houver qualquer filme estrelado por um cachorrinho/gatinho/coelhinho/porquinho/vaquinha/passarinho e similares, no qual o final da história envolva a morte dele, neste filme eu não vou.
Preciso de um pote de sorvete de Sonho de Valsa para dormir em paz. Chuiiinfff!
Máximas - Renascer
E o pastor dizia: "Eu quero que este teto desabe sobre minha cabeça se eu estiver mentindo!"
Não fui eu, foi o Twitteiro Profissional. Achei ótema.
Não fui eu, foi o Twitteiro Profissional. Achei ótema.
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