Porque as bizarrices cotidianas devem ser comentadas

terça-feira, 6 de abril de 2010

Comunicado

Bom, então que estou indo passar uma pequena temporada na Vieira Souto pois eo mereço e estou com uma ótima desculpa em mãos.

Há um ponto apenas que me preocupa e trata-se justamente da desculpa em questão, já que estamos falando aqui da incrível festa anual de Vizinha, evento ainda sem classificação nos rankings criados pela humanidade até o momento.

Se eu começar a pensar na probabilidade desta edição superar a do ano passado, tentar vizualizar meu futuro será algo bastante preocupante. Quando digo "meu futuro", me refiro àquilo que talvez sobrará dele após a noite de sábado próximo.

Portanto, suponhamos que eu não retorne. Enumerarei aqui algumas opções de ocorrências, providência que poderá facilitar o trabalho da polícia e entusiastas em geral:

a) Morte - quer dizer, se não houver pistas mesmo, se ninguém tiver me visto novamente, considerem esta hipótese sem medo. É algo plausível, já que estamos juntando aqui substâncias ilegais, pessoas suspeitas, uma grande avenida e o Oceano Atlântico. Não lamentem, todos vocês também morrerão um dia. Provavelmente de um jeito bem menos legal.

b) Hospital - No caso de eu não chegar até a avenida. Ou ao oceano. Fiquem tranquilos quanto às substâncias, eu não morro disso. Qualé.

c) Sumiço - Nunca se sabe. NUNCA SE SABE quem ou o quê estará neste evento. Sei lá, o Gerard Butler não veio no carnaval para pagar mico na Brahma? Algo muito melhor poderá aparecer no arrasta pé da Vizinha especificamente. Vai saber.

d) Desorientação / Perda de Memória - atenção ao que eu disse sobre substâncias ilegais: "eu não morro disso". Agora quem me garante que o cérebro não vai fritar e que eu não vou estabelecer uma amizade de infãncia com alguma freak patológica, como Baby Consuelo ou Vera Fischer, sei lá? É uma possibilidade, ué.

Posso também quebrar um membro, sofrer escoriações ou cortes profundos, como ocorreu na última vez em que participamos de tal acontecimento. Só sei que estou me jogando.

Adeus mortais.

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