A parte interessante de pegar um nego no pulo ROUBANDO um treco que nos pertence é apreciar a criatividade do caboclo. Por exemplo:
Minha revista Monet, da NET, assim como TODA a minha correspondência, é enviada para o meu endereço comercial, ou seja, a fábrica. Hoje durante a tarde eu vi o carteiro entrando com a revista na mão e entregando para um dos vendedores da loja, que a colocou sobre um balcão logo após acenar me avisando da entrega.
Daí que TRÊS minutos depois eu fui até o balcão pegar a porra da revista e não encontrei nada. Olhei para a minha direita e vi uma véia com uma revista embalada no plástico e a etiqueta com o nome PAULA SCARCELLI seguido de meu endereço voltada para o lado de fora, ou seja, eu podia enxergar nitidamente o pacote que acabara de chegar para mim.
Falei para a criatura: "Oi, acho que a senhora se enganou e pegou uma 'encomenda' que o carteiro acabou de me trazer." Ao que a pessoa respondeu: "Não, não, essa revista é minha, EU ACABEI DE COMPRAR."
E aquela baita etiquetona lá, com o meu nome.
É claro que eu reavi minha revista. Claro.
Porque as bizarrices cotidianas devem ser comentadas
sexta-feira, 30 de julho de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
Faltou só o Fagundes e o Stênio, gente
Só pra contar pra vocês que na frente da minha loja a guia é rebaixada e eu tenho vagas pros criente estacionarem seus automóveis bem na boca da muamba, sob a marquise e talz. Porque a gente TEM vontade de matar, mas no fundo trata bem quem garante a subsistência carcamana, não é mesmo?
Pois é.
Hoje, com este tempinho de corno que faz no país, garoa ininterrupta e 10 graus cravados no termômetro, o que salvaria a venda de um estabelecimento comercial de grande porte localizado a céu aberto? Ponto para quem respondeu "ESTACIONAMENTO". Estrelinha para quem disse "ESTACIONAMENTO COBERTO". Como eu sou fodona, digo que tenho estacionamento coberto e subterrâneo com entrada independente por DENTRO da loja. Ou seja: nada poderia atrapalhar meu movimento. Nem este frio da porra. Muito menos esta chuva lazarenta.
Isso eu afirmei ingenuamente, sem pensar na possibilidade de um.......sei lá....ataque de caminhões, vai saber.
Primeiro foi um caminhão da Nova Schin que obstruiu TODA a minha entrada e passou mais de 20 minutos descarregando engradados de breja sei lá para quem. Se fosse pra mim, pelo menos, né. Bem, quando vi que aquele trambolho estava parado em cima da minha calçada havia séculos me coloquei porta afora e constatei que o cara ainda ia começar a descer a primeira das CINCO geladeiras que estavam lá em cima. Desnecessário dizer que houve tumulto e o veículo foi expulso a pedradas.
Dez minutos depois, eu disse DEZ minutos, estacionou ali, na entrada da minha garagem, o caminhão dos morangos de Atibaia. Ignorando o mundo ao seu redor, o motorista desceu, abriu o toldo, montou a banca e acionou o autofalante: "MORANGOS, MORANGOS FRESQUINHOS, MORANGOS DE ATIBAIA...". Fa-la Sé-rio. Me fala. Sério. Por favor.
Logo após sua partida, que ocorreu sem a menor cordialidade, sobe na calçada um caminhão de "Água Potável".
Na sequência parou um guincho.
Reboque de caçamba assim que o guincho se mandou.
Logo depois chegou o "Óleo Lubrificante Usado". Quer dizer, o ser vivo não pensa que tá estacionando na porta de outrem um treco que transporta material inflamável, CARAMBA? Gente, é só pensar. Porque se eu sou capaz de atear fogo em algo ou alguém? OPA. Tamo aí. OUTREM é pura violência, OUTREM é sangue na parede.
Foi isso. Era só para dividir esta mágoa interna com terceiros. Ufa. Deu até asma.
Pois é.
Hoje, com este tempinho de corno que faz no país, garoa ininterrupta e 10 graus cravados no termômetro, o que salvaria a venda de um estabelecimento comercial de grande porte localizado a céu aberto? Ponto para quem respondeu "ESTACIONAMENTO". Estrelinha para quem disse "ESTACIONAMENTO COBERTO". Como eu sou fodona, digo que tenho estacionamento coberto e subterrâneo com entrada independente por DENTRO da loja. Ou seja: nada poderia atrapalhar meu movimento. Nem este frio da porra. Muito menos esta chuva lazarenta.
Isso eu afirmei ingenuamente, sem pensar na possibilidade de um.......sei lá....ataque de caminhões, vai saber.
Primeiro foi um caminhão da Nova Schin que obstruiu TODA a minha entrada e passou mais de 20 minutos descarregando engradados de breja sei lá para quem. Se fosse pra mim, pelo menos, né. Bem, quando vi que aquele trambolho estava parado em cima da minha calçada havia séculos me coloquei porta afora e constatei que o cara ainda ia começar a descer a primeira das CINCO geladeiras que estavam lá em cima. Desnecessário dizer que houve tumulto e o veículo foi expulso a pedradas.
Dez minutos depois, eu disse DEZ minutos, estacionou ali, na entrada da minha garagem, o caminhão dos morangos de Atibaia. Ignorando o mundo ao seu redor, o motorista desceu, abriu o toldo, montou a banca e acionou o autofalante: "MORANGOS, MORANGOS FRESQUINHOS, MORANGOS DE ATIBAIA...". Fa-la Sé-rio. Me fala. Sério. Por favor.
Logo após sua partida, que ocorreu sem a menor cordialidade, sobe na calçada um caminhão de "Água Potável".
Na sequência parou um guincho.
Reboque de caçamba assim que o guincho se mandou.
Logo depois chegou o "Óleo Lubrificante Usado". Quer dizer, o ser vivo não pensa que tá estacionando na porta de outrem um treco que transporta material inflamável, CARAMBA? Gente, é só pensar. Porque se eu sou capaz de atear fogo em algo ou alguém? OPA. Tamo aí. OUTREM é pura violência, OUTREM é sangue na parede.
Foi isso. Era só para dividir esta mágoa interna com terceiros. Ufa. Deu até asma.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Porque ZICA é uma coisa que se multiplica como Gremlins
Querido diário,
Até a semana passada eu tinha um celular, um PC, um laptop, uma câmera fotográfica, um secador de cabelos, enfim, eu era uma pessoa normal.
Daí TUDO quebrou neste curto período que separa a semana passada DESTA semana e hoje eu sou uma mulher solta, sem nada, desprovida de eletroeletrônicos de quaisquer espécies.
Claro que não incluirei os carros inutilizados nesta conta. Não vivo do passado, apesar deste passado especificamente não estar além de maio úrtimo.
Acabei de fazer um café e não há açúcar na minha casa. Levando em consideração o fato de que coisas como lâmpadas e quadros também andam despencando na minha cabeça, juro que a minha vontade era me mudar por tempo indeterminado para a beira do Rio Caraíva.
Mas não sei se é adequado pegar avião não. Diz aí. :-o
Até a semana passada eu tinha um celular, um PC, um laptop, uma câmera fotográfica, um secador de cabelos, enfim, eu era uma pessoa normal.
Daí TUDO quebrou neste curto período que separa a semana passada DESTA semana e hoje eu sou uma mulher solta, sem nada, desprovida de eletroeletrônicos de quaisquer espécies.
Claro que não incluirei os carros inutilizados nesta conta. Não vivo do passado, apesar deste passado especificamente não estar além de maio úrtimo.
Acabei de fazer um café e não há açúcar na minha casa. Levando em consideração o fato de que coisas como lâmpadas e quadros também andam despencando na minha cabeça, juro que a minha vontade era me mudar por tempo indeterminado para a beira do Rio Caraíva.
Mas não sei se é adequado pegar avião não. Diz aí. :-o
sábado, 10 de julho de 2010
Nada cai do céu, nem cairá-á
Alguém está tentando me matar. E olha, tá MESMO. Desde ontem eventos obscuros estão acontecendo ao meu redor causando a queda de objetos pesados, quebráveis e pontiagudos sobre minha cabeça. Eu inclusive ainda não consegui compreender como não tenho 20 pontos na testa e um leito no Sírio-Libanês.
Ontem mesmo, lá pelas 10 da manhã, estava eu em meu maravilhoso ambiente de trabalho, aquela Industria Vital, quando uma lâmpada fluorescente CAIU DO TETO de 5 metros de altura, em cima da minha cabeça. Vocês entenderam? Que a lâmpada de 1 metro e 20 de comprimento despencou em cima de mim? E quebrou em 500 mil pedaços, fora aquele gás suspeito que sai de dentro dela? Cara, tinha vidro no meu olho, na minha boca, na minha orelha, no meu sapato e meu cabelo ficou tilintando o dia inteiro. Fora a porrada, porque na hora eu achei que meu crânio tinha se partido em 2 e meu cérebro estava escorrendo pelo canto esquerdo. Sabotagem certa, diz aí. ARMADO. Pra me pegar. Mas não deu certo.
À noite fuitomar uns mé jantar na casa de Muso e estava lá sentada no sofá habitual felizona quando CATAPLOFT. O quadro posicionado logo acima de mim CAI. É, é, na minha cabeça, é!!!! Um puta treco enorme com um vidro de espessura a prova de balas e uma moldura de FERRO, ou sei lá o que era aquilo que quase me partiu a cara. Quer dizer. Vai falar que não tem alguém sabotando, porque tem, né.
Gente, eu quase morri duas vezes.
Agora tô atenta olhando pro céu, porque já dizia Ivan Lins:
Ontem mesmo, lá pelas 10 da manhã, estava eu em meu maravilhoso ambiente de trabalho, aquela Industria Vital, quando uma lâmpada fluorescente CAIU DO TETO de 5 metros de altura, em cima da minha cabeça. Vocês entenderam? Que a lâmpada de 1 metro e 20 de comprimento despencou em cima de mim? E quebrou em 500 mil pedaços, fora aquele gás suspeito que sai de dentro dela? Cara, tinha vidro no meu olho, na minha boca, na minha orelha, no meu sapato e meu cabelo ficou tilintando o dia inteiro. Fora a porrada, porque na hora eu achei que meu crânio tinha se partido em 2 e meu cérebro estava escorrendo pelo canto esquerdo. Sabotagem certa, diz aí. ARMADO. Pra me pegar. Mas não deu certo.
À noite fui
Gente, eu quase morri duas vezes.
Agora tô atenta olhando pro céu, porque já dizia Ivan Lins:
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Doutor Chucrutes
Então né. A macumba pegou forte na família Scarcelli e teve um dia aí que eu e minha irmã estávamos em consultas médicas. Eu no ortopedista-com-nítidos-problemas-de-relacionamento-humano e ela no vascular-primo-do-Nerso-da-Capitinga.
Fui parar neste ortopedista porque já fazia uma semana que RESPIRAR me doía tudo. Era uma dor que partia do omoplata direito, dava a volta pela lateral pegando parte das costelas e terminava no externo. Coisa básica. Complementando o quadro, eu estava com uma TOSSE maluca e imaginem um ser humano tossindo sem parar tendo em mãos tais condições físicas. Tava bacana, bem legal. Agradável e indolor. Diante disso e me valendo de meus conhecimentos básicos decidi me automedicar com Nisulide, conhecido anti-inflamatório disponível no mercado. Após duas semanas me drogando sem nenhum resultado alcançado achei por bem marcar uma consulta com um especialista, já que meu fígado se dissolveria em dois dias no máximo caso eu continuasse a fazer uso de tal medicamento pesado. Marquei a merda da consulta e fui. esperei 40 horas, perdi a Argentina entrando em campo e enfim, o médico me chamou.
O cara era estranhíssimo, não conseguia pronunciar palavras inteiras e nem me olhar na cara. Sentei na cadeira do outro lado da mesa, expliquei a situação e ele, sem dizer nada, NADA, pegou o receituário e começou a escrever. Me passou o papel e enfim disse:
"Tome NISULIDE por 7 dias, um comprimido a cada 8 horas."
NI-SU-LI-DE. PORRA. Fala sério.
Caso Gabi:
A Gabi tá com um treco estranhíssimo na perna que vários bêbados, o veterinário, minha tia, o caseiro de Ubatuba e o cara do lava rápido diagnosticaram como sendo sua safena inchada. Maior treta esse negócio de safena inchada, vamos ao vascular ver que merda é essa, né.
Tá. Chegando lá, ela toda trabalhada para a consulta, me aparece o médico, primo de primeiro grau do Nérso. Um caipira maluco que olhou pra perna dela e disse: "VIIIIIIIIXE!!!!". A partir daqui, reproduzirei os diálogos. Lembrem-se que o cara tem um sotaque caipira da porra.
"Vixe? o que foi doutor? Me disseram que isso é a minha safena...."
"IHHHHHHH!!! É a safena mesmo......mas tá GRAVE hein!! VIIIIIXEEEE!"
"Mas grave quanto? Porque podemos tratar isso, não podemos?"
"Tratar???? IHHHHHHHHHHHHH! Isso não tem tratamento não!! O máximo que a gente pode fazer é operar!"
"Ah, que bom, então vamos operar, é isso?"
"NÃÃÃÃÃÃOOOOOO!!!! Na sua idade não fazemos esse tipo de operação. Agora não dá pra fazer nada viu. Mas que isso vai te dar problema, ah vai! E vai ser grave, nem te digo, viiiixeeeee!"
"Mas não é melhor tratarmos OU operarmos ANTES de dar o problema?"
"Não, não. Você só vai ter problema daqui a uns 30 anos. Mas daí vai ser grave, viu!! Porque sem tratamento nem cirurgia, quando você tiver uns 60 anos, isso aí vai ser uma BOMBA! Trombose na certa!"
"MAS POR QUE NÃO OPERAMOS AGORA ENTÃO?????"
"Ah, porque na sua idade isso não costuma dar problema não. Fique tranquila. Tente usar meias Kendall se pegar aviões, tá? Tchau."
E a Gabi lá, catatônica.
Isso, para mim é Pegadinha do Mallandro, me diz.
Fui parar neste ortopedista porque já fazia uma semana que RESPIRAR me doía tudo. Era uma dor que partia do omoplata direito, dava a volta pela lateral pegando parte das costelas e terminava no externo. Coisa básica. Complementando o quadro, eu estava com uma TOSSE maluca e imaginem um ser humano tossindo sem parar tendo em mãos tais condições físicas. Tava bacana, bem legal. Agradável e indolor. Diante disso e me valendo de meus conhecimentos básicos decidi me automedicar com Nisulide, conhecido anti-inflamatório disponível no mercado. Após duas semanas me drogando sem nenhum resultado alcançado achei por bem marcar uma consulta com um especialista, já que meu fígado se dissolveria em dois dias no máximo caso eu continuasse a fazer uso de tal medicamento pesado. Marquei a merda da consulta e fui. esperei 40 horas, perdi a Argentina entrando em campo e enfim, o médico me chamou.
O cara era estranhíssimo, não conseguia pronunciar palavras inteiras e nem me olhar na cara. Sentei na cadeira do outro lado da mesa, expliquei a situação e ele, sem dizer nada, NADA, pegou o receituário e começou a escrever. Me passou o papel e enfim disse:
"Tome NISULIDE por 7 dias, um comprimido a cada 8 horas."
NI-SU-LI-DE. PORRA. Fala sério.
Caso Gabi:
A Gabi tá com um treco estranhíssimo na perna que vários bêbados, o veterinário, minha tia, o caseiro de Ubatuba e o cara do lava rápido diagnosticaram como sendo sua safena inchada. Maior treta esse negócio de safena inchada, vamos ao vascular ver que merda é essa, né.
Tá. Chegando lá, ela toda trabalhada para a consulta, me aparece o médico, primo de primeiro grau do Nérso. Um caipira maluco que olhou pra perna dela e disse: "VIIIIIIIIXE!!!!". A partir daqui, reproduzirei os diálogos. Lembrem-se que o cara tem um sotaque caipira da porra.
"Vixe? o que foi doutor? Me disseram que isso é a minha safena...."
"IHHHHHHH!!! É a safena mesmo......mas tá GRAVE hein!! VIIIIIXEEEE!"
"Mas grave quanto? Porque podemos tratar isso, não podemos?"
"Tratar???? IHHHHHHHHHHHHH! Isso não tem tratamento não!! O máximo que a gente pode fazer é operar!"
"Ah, que bom, então vamos operar, é isso?"
"NÃÃÃÃÃÃOOOOOO!!!! Na sua idade não fazemos esse tipo de operação. Agora não dá pra fazer nada viu. Mas que isso vai te dar problema, ah vai! E vai ser grave, nem te digo, viiiixeeeee!"
"Mas não é melhor tratarmos OU operarmos ANTES de dar o problema?"
"Não, não. Você só vai ter problema daqui a uns 30 anos. Mas daí vai ser grave, viu!! Porque sem tratamento nem cirurgia, quando você tiver uns 60 anos, isso aí vai ser uma BOMBA! Trombose na certa!"
"MAS POR QUE NÃO OPERAMOS AGORA ENTÃO?????"
"Ah, porque na sua idade isso não costuma dar problema não. Fique tranquila. Tente usar meias Kendall se pegar aviões, tá? Tchau."
E a Gabi lá, catatônica.
Isso, para mim é Pegadinha do Mallandro, me diz.
Máximas - Biduzona
ACABOU de acontecer comigo:
O telefone aqui de casa tocou e do outro lado era novamente minha irmã. Sabe aquelas pessoas que GOSTAM de te ligar? Pois é. Ela. Eu perguntei:
"Morreu alguém pra você me ligar DE NOVO hoje e a esta hora?"
Resposta de Gabi:
"MORREU. A avó de Fulaneta. Velório a tal hora, enterro na sequência. Esteja lá."
Minha filha, eu e o Polvo Paul, ninguém sabe quem é quem, percebe?
O telefone aqui de casa tocou e do outro lado era novamente minha irmã. Sabe aquelas pessoas que GOSTAM de te ligar? Pois é. Ela. Eu perguntei:
"Morreu alguém pra você me ligar DE NOVO hoje e a esta hora?"
Resposta de Gabi:
"MORREU. A avó de Fulaneta. Velório a tal hora, enterro na sequência. Esteja lá."
Minha filha, eu e o Polvo Paul, ninguém sabe quem é quem, percebe?
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Da série "Telefonemas que você NÃO deveria ter atendido"
Ouço ao longe o som da campainha. Um telefone toca. IMBECILMENTE me dirijo ao aparelho e tiro o fone do gancho. Afinal de contas, pessoas costumam atender às ligações que chegam, não é? É, mas não deveriam:
"Alô"
"Alô, sabe o que é? Aí é da loja né? Sabe o que é? É que eu comprei umas CALÇA da promoção aí outro dia e dei uns cheques do meu ESPOSO. O nome dele é Célio Aparecido da PQP e eu queria saber qual numero de telefone você anotou atrás do cheque, sabe? Quando os CAIXA ANOTA um número atrás do cheque?"
[Eu MUDA, em pânico, sem saber para onde correr]
"Sabe? VOCÊS ANOTA né? Eu queria saber qual telefone está escrito lá."
[Começando a considerar as montanhas ou as geleiras do norte] "Hummmmmm.........aaaahhnnnnnnnnnnnnnn......errrrrrrrrrrrrrrrrr........sim, normalmente anotamos, mas se o cheque já foi dado, não tenho como saber qual numero você me passou.....entende? Não há como...."
"Porque eu tenho "ficha" (leia-se CADASTRO) aí já, mas é que eu dei um outro telefone e agora não me lembro qual foi."
[NEM EU SUA VACA!! COMO É QUE EU VOU SABER O TELEFONE DE QUAL POBRE QUE TE PASSA RECADO VOCÊ USOU ATRÁS DO MEU CHEQUE?]
"Não tem mesmo como ver, né?"
"Não.........." (desistindo de sair correndo, já optando pelo suicídio)
"Então vê aí pra mim quantos CHEQUE FOI. Dois ou três? Eu precisava do valor também."
Foi quando resolvi me matar mesmo. Espero ser apoiada em minha decisão.
Grata.
**EDITANDO EM 08/07/2010: Descobri tudo. Tudo. Caso clássico de abandono do lar. Este fulano veio aqui, fez compras, ela descobriu e estava com sua fantasia de Sherlock tentando desvendar o paradeiro do caboclo. Como eu sei? PORQUE ATENDI NOVAMENTE O TELEFONE E ELA ME CONTOOOOOUUU. Detalhadamente. Tá bom pra você?
"Alô"
"Alô, sabe o que é? Aí é da loja né? Sabe o que é? É que eu comprei umas CALÇA da promoção aí outro dia e dei uns cheques do meu ESPOSO. O nome dele é Célio Aparecido da PQP e eu queria saber qual numero de telefone você anotou atrás do cheque, sabe? Quando os CAIXA ANOTA um número atrás do cheque?"
[Eu MUDA, em pânico, sem saber para onde correr]
"Sabe? VOCÊS ANOTA né? Eu queria saber qual telefone está escrito lá."
[Começando a considerar as montanhas ou as geleiras do norte] "Hummmmmm.........aaaahhnnnnnnnnnnnnnn......errrrrrrrrrrrrrrrrr........sim, normalmente anotamos, mas se o cheque já foi dado, não tenho como saber qual numero você me passou.....entende? Não há como...."
"Porque eu tenho "ficha" (leia-se CADASTRO) aí já, mas é que eu dei um outro telefone e agora não me lembro qual foi."
[NEM EU SUA VACA!! COMO É QUE EU VOU SABER O TELEFONE DE QUAL POBRE QUE TE PASSA RECADO VOCÊ USOU ATRÁS DO MEU CHEQUE?]
"Não tem mesmo como ver, né?"
"Não.........." (desistindo de sair correndo, já optando pelo suicídio)
"Então vê aí pra mim quantos CHEQUE FOI. Dois ou três? Eu precisava do valor também."
Foi quando resolvi me matar mesmo. Espero ser apoiada em minha decisão.
Grata.
**EDITANDO EM 08/07/2010: Descobri tudo. Tudo. Caso clássico de abandono do lar. Este fulano veio aqui, fez compras, ela descobriu e estava com sua fantasia de Sherlock tentando desvendar o paradeiro do caboclo. Como eu sei? PORQUE ATENDI NOVAMENTE O TELEFONE E ELA ME CONTOOOOOUUU. Detalhadamente. Tá bom pra você?
terça-feira, 8 de junho de 2010
Daí nego fala que eu tenho má vontade
Bom, começarei com uma pergunta SIMPLES. Muito simples:
É óbvio ou não que este terno, especificamente, existe e está exposto em minha loja devido ao conhecido evento esportivo com início marcado para próxima semana em que times de futebol de diversos países se enfrentam com o objetivo de levar a Copa do Mundo - daí o nome da tal competição - para casa?
Agora tentem adivinhar quantos abecedanos dos meu digníssimos clientes já pedriram para que eu vendesse tal peça para uso pessoal?
Eu SOFRO viu.
Darwin explica
Eu não sei se todo mundo já percebeu, mas sou uma pessoa pacata. Não sou adepta e nem apóio esse negócio de adrenalina, serotonina, esportes radicais, essas porras todas que acho uma roubada sem fim e vou te contar viu, que SEROTONINA a gente tira de Nhá Benta e adrenalina, bem......deixa pra lá.
Na verdade nem sei bem pra que serve isso daí tudo. Meu professor de corrida passou anos tentando me explicar. E eu tentando dizer a ele que corria apenas para tentar ser uma velhinha que sobe escada. E diminuir a bunda, claro. Eu gosto mesmo é de sentar na praia/bar/mesa/sarjeta/outros e tomar uma cerveja ou similares. Quieta no meu canto. Sentada. QUIETA.
Vamos supor que você me convide para ir à Courchevel. Sim, eu irei, adoro a França como um todo. Daí VOCÊ acorda as 6 da manhã, VOCÊ pega um teleférico até o cume da montanha e VOCÊ desce aquela merda rolando. EU estarei ali naquele bar logo no pé do monte tomando meu whisky, esperando sua chegada ansiosamente. Pena se houver uma perna quebrada. Eu continuarei caminhando pelo hotel sem o auxílio das caríssimas muletas que você será obrigado a alugar para continuar a se locomover com certa dignidade. Simples assim.
Em outra situação, vamos supor que nos encontremos ali em Caraíva, lugarzinho desagradável ao sul da Bahia onde costumo bater meu cartão. Eu, que estarei hospedada nas incríveis Casas da Praia, acordarei às 11 da manhã, sentarei sob uma das tendas equipadas com esteiras, almofadas e anões besuntados em óleo de dendê que me servirão vodka e outros durante todo o dia, enquanto VOCÊ estará sifudendo no mar desde às 8 da manhã tentando domar uma pipa gigante e um board maior do que sua envergadura diante de um vendaval que é quase um ciclone. Eu estarei tostando meu couro até ficar da cor da Donatella Versace enquanto VOCÊ estará com o pé arrebentado após despencar falésia abaixo durante a caminhada de HORAS sem fim até o Espelho. Eu terei executado o circiuto tenda-mar-ducha-tenda-ducha-tenda-mar por mais de 30 vezes enquanto VOCÊ estará estabacado na areia após tomar um rola do cavalo que contratou para ir até Corumbau. Meu, senta na praia e fica lá! Corumbau é lá no final da ponta da praia, meu amigo. Bebe aí e fica quieto. E nem tente quebrar algum membro dentro do perímetro da vila. A pessoa acha que a FUNAI vai deixar o helicóptero da Omint pousar assim facinho no meio da praia. Vai embora todo estropiado de canoa, meu filho. E eu continuarei lá, só na vodka, percebe?
Sou pacata neste ponto, deu pra entender? Legal.
Agora me digam o que falar para um cidadão que tentou por mais de meia hora me convencer que saltar de paraquedas é algo incrivel, mágico e inenarrável? O que eu digo a um ser desses? É assim: eu acho avião uma das 5 coisas mais perigosas do mundo. Ele integra a mesma lista da panela de pressão, de içar coisas prédio acima, do topo do Everest e do Jason com o machado. É claro que eu ando de avião. Eu viajo. Mas isso não quer dizer que eu ache aquilo confiável. Não me venha com este papo de que avião é o meio de transporte mais seguro do mundo porque eu quero ver aquela merda começar a cair pra alguém a bordo repetir esta batatada. Alguém VOA? Eu não vôo. Então, meu bem, se der merda a 20 Km de altura, nossas chances são zero. Mas foi como eu disse. Eu VIAJO de avião. Daí a dizer que eu vou entrar num teco-teco craquelento e PULAR dele lá do céu.....olha o tamanho da distância.
FRISANDO: Simplesmente pelo fato de o ser humano, até onde vai meu humilde conhecimento, não possuir a incrível capacidade de voar. Assim como as galinhas, né. Fora aquele cara da Sapucaí com o foguete do Joãosinho Trinta, nunca vi ninguém voando. E não acho NEM DE LONGE inteligente uma pessoa se atirar de um avião em movimento. Instinto de sobrevivência, malzaê se eu tenho, viu.
E esta pessoa vem me dizer que pular de paraquedas é mais seguro que o trânsito de São Paulo? Cara, no trânsito eu ESTOU NO CHÃO. Minhas chances são infinitamente maiores. Mesmo se eu bater na Rio-Santos, meu carro rolar uma ribanceira e eu cair no mar, eu NADO, entendeu? Se o meu navio afundar eu bóio. Se meu paraquedas não abrir, eu viro sabão.
É a famosa seleção natural acontecendo sob nossas vistas.
PARAQUEDAS: VAI TU QUE TEM MAIS JEITO. Beijo.
Na verdade nem sei bem pra que serve isso daí tudo. Meu professor de corrida passou anos tentando me explicar. E eu tentando dizer a ele que corria apenas para tentar ser uma velhinha que sobe escada. E diminuir a bunda, claro. Eu gosto mesmo é de sentar na praia/bar/mesa/sarjeta/outros e tomar uma cerveja ou similares. Quieta no meu canto. Sentada. QUIETA.
Vamos supor que você me convide para ir à Courchevel. Sim, eu irei, adoro a França como um todo. Daí VOCÊ acorda as 6 da manhã, VOCÊ pega um teleférico até o cume da montanha e VOCÊ desce aquela merda rolando. EU estarei ali naquele bar logo no pé do monte tomando meu whisky, esperando sua chegada ansiosamente. Pena se houver uma perna quebrada. Eu continuarei caminhando pelo hotel sem o auxílio das caríssimas muletas que você será obrigado a alugar para continuar a se locomover com certa dignidade. Simples assim.
Em outra situação, vamos supor que nos encontremos ali em Caraíva, lugarzinho desagradável ao sul da Bahia onde costumo bater meu cartão. Eu, que estarei hospedada nas incríveis Casas da Praia, acordarei às 11 da manhã, sentarei sob uma das tendas equipadas com esteiras, almofadas e anões besuntados em óleo de dendê que me servirão vodka e outros durante todo o dia, enquanto VOCÊ estará sifudendo no mar desde às 8 da manhã tentando domar uma pipa gigante e um board maior do que sua envergadura diante de um vendaval que é quase um ciclone. Eu estarei tostando meu couro até ficar da cor da Donatella Versace enquanto VOCÊ estará com o pé arrebentado após despencar falésia abaixo durante a caminhada de HORAS sem fim até o Espelho. Eu terei executado o circiuto tenda-mar-ducha-tenda-ducha-tenda-mar por mais de 30 vezes enquanto VOCÊ estará estabacado na areia após tomar um rola do cavalo que contratou para ir até Corumbau. Meu, senta na praia e fica lá! Corumbau é lá no final da ponta da praia, meu amigo. Bebe aí e fica quieto. E nem tente quebrar algum membro dentro do perímetro da vila. A pessoa acha que a FUNAI vai deixar o helicóptero da Omint pousar assim facinho no meio da praia. Vai embora todo estropiado de canoa, meu filho. E eu continuarei lá, só na vodka, percebe?
Sou pacata neste ponto, deu pra entender? Legal.
Agora me digam o que falar para um cidadão que tentou por mais de meia hora me convencer que saltar de paraquedas é algo incrivel, mágico e inenarrável? O que eu digo a um ser desses? É assim: eu acho avião uma das 5 coisas mais perigosas do mundo. Ele integra a mesma lista da panela de pressão, de içar coisas prédio acima, do topo do Everest e do Jason com o machado. É claro que eu ando de avião. Eu viajo. Mas isso não quer dizer que eu ache aquilo confiável. Não me venha com este papo de que avião é o meio de transporte mais seguro do mundo porque eu quero ver aquela merda começar a cair pra alguém a bordo repetir esta batatada. Alguém VOA? Eu não vôo. Então, meu bem, se der merda a 20 Km de altura, nossas chances são zero. Mas foi como eu disse. Eu VIAJO de avião. Daí a dizer que eu vou entrar num teco-teco craquelento e PULAR dele lá do céu.....olha o tamanho da distância.
FRISANDO: Simplesmente pelo fato de o ser humano, até onde vai meu humilde conhecimento, não possuir a incrível capacidade de voar. Assim como as galinhas, né. Fora aquele cara da Sapucaí com o foguete do Joãosinho Trinta, nunca vi ninguém voando. E não acho NEM DE LONGE inteligente uma pessoa se atirar de um avião em movimento. Instinto de sobrevivência, malzaê se eu tenho, viu.
E esta pessoa vem me dizer que pular de paraquedas é mais seguro que o trânsito de São Paulo? Cara, no trânsito eu ESTOU NO CHÃO. Minhas chances são infinitamente maiores. Mesmo se eu bater na Rio-Santos, meu carro rolar uma ribanceira e eu cair no mar, eu NADO, entendeu? Se o meu navio afundar eu bóio. Se meu paraquedas não abrir, eu viro sabão.
É a famosa seleção natural acontecendo sob nossas vistas.
PARAQUEDAS: VAI TU QUE TEM MAIS JEITO. Beijo.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Máximas - Bom gosto é o que diferencia certos seres humanos
"42 anos de vida! 42!!!! E é a PRIMEIRA vez que eu tomo conta de um Jaguar!! Ganhei o dia, ganhei o mês! Eu sou FODA! Não vou nem cobrar do maluco!!"
Guardador de carros da região da Paulista - BEBAÇO - no último sábado, ao berros, diretamente para mim, logo que saí de meu veículo, o qual estacionei em frente ao tal Jaguar, o mais novo, verde e reluzente da cidade de São Paulo.
Ele realmente estava emocionado. Taí um cara que sabe das coisas. SABEDORIA é a palavra.
Guardador de carros da região da Paulista - BEBAÇO - no último sábado, ao berros, diretamente para mim, logo que saí de meu veículo, o qual estacionei em frente ao tal Jaguar, o mais novo, verde e reluzente da cidade de São Paulo.
Ele realmente estava emocionado. Taí um cara que sabe das coisas. SABEDORIA é a palavra.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Diálogo improvável
Acabo de ter uma breve conversa ao telefone com um ser humano (ou não) cuja identidade desconheço e vou reproduzir o diálogo para que vocês percebam o quão importante é para a sobrevivência deste quadrúpede que eu continue ignorando seu nome e localidade:
TRIIIIIM! (MEU telefone toca)
Eu: "Alô"
Quadrúpede: "Alô"
Eu: "Alô!" [PORRA]
Quadrúpede: "Alô"
Eu: "Pois não" [grunhidos]
Quadrúpede: "Ehhhhhh.....annnhhhhhh........bom dia"
Eu: "Ã!"
Quadrúpede: "Eu queria falar com o Seu Paulo?" (Seu Paulo é meu pai, esclarecendo)
Eu: "Este telefone é meu, você NUNCA irá encontrá-lo aqui. Anote o número de onde ele está agora"
IMPORTANTE: Notem que eu disse para a criatura anotar o número de onde meu pai iria estar naquela hora. Naquele exato momento. Prossigamos.
Eu: "234-5678"
Quadrúpede: "2....3.....4.......Quatro? 5.........6.................7.....7"
Eu: "OITOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!! 234-567OITOOOOO!"
Quadrúpede: "2.......3........4......................5.........................6......7.........8??"
Eu: "Sim" [latindo]
Quadrúpede: "Mas se eu ligar agora ele vai estar lá?"
Olha, ou as pessoas em geral são muito, mas MUITO burras, têm problemas e deficiências mentais graves, atrasos de raciocínio e cognição preocupantes, ou eu é que sou um gênio da humanidade ainda não descoberto. Porque vou te contar, viu.
Eu não nasci pra isso não.
TRIIIIIM! (MEU telefone toca)
Eu: "Alô"
Quadrúpede: "Alô"
Eu: "Alô!" [PORRA]
Quadrúpede: "Alô"
Eu: "Pois não" [grunhidos]
Quadrúpede: "Ehhhhhh.....annnhhhhhh........bom dia"
Eu: "Ã!"
Quadrúpede: "Eu queria falar com o Seu Paulo?" (Seu Paulo é meu pai, esclarecendo)
Eu: "Este telefone é meu, você NUNCA irá encontrá-lo aqui. Anote o número de onde ele está agora"
IMPORTANTE: Notem que eu disse para a criatura anotar o número de onde meu pai iria estar naquela hora. Naquele exato momento. Prossigamos.
Eu: "234-5678"
Quadrúpede: "2....3.....4.......Quatro? 5.........6.................7.....7"
Eu: "OITOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!! 234-567OITOOOOO!"
Quadrúpede: "2.......3........4......................5.........................6......7.........8??"
Eu: "Sim" [latindo]
Quadrúpede: "Mas se eu ligar agora ele vai estar lá?"
Olha, ou as pessoas em geral são muito, mas MUITO burras, têm problemas e deficiências mentais graves, atrasos de raciocínio e cognição preocupantes, ou eu é que sou um gênio da humanidade ainda não descoberto. Porque vou te contar, viu.
Eu não nasci pra isso não.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Vê se pode
Sábado passado foi um dia em que eu realmente não pretendia sair de casa. Para nada. Nem se eu morresse em decorrência da tosse mutante que me atacava eu iria ao meu próprio enterro, porque eu não ia sair nunca, jamais, DE JEITO NENHUM.
Começamos mal, pois não sei se vocês sabem, mas existe esta maldição que empurra para a rua, e para as mais desgovernadas situações, pessoas bem intencionadas. Digo isso porque sou a prova viva desta teoria, cujo fundamento foi baseado em uma análise pra lá de séria, elaborada por mim mesma em parceria com a amiga Sam e te falo, viu. A coisa é real. Boa intenção não leva a nada. Você terminará sua noite largado em uma sarjeta qualquer e acordará com um mendigo roubando sua garrafa de Cynar e um cachorro lambendo a sua boca. Terá muita sorte se não for carregada junto com o lixo pelo caminhão da Vega Sopave. É mais ou menos assim que funciona.
Pois bem. Partindo deste princípio, percebam que eu pretendia ficar em casa jogando tranca no Facebook, mas uma série de acontecimentos que não vêm ao caso especificamente agora me obrigaram a sair porta afora.
CORTA. INDEX.
SEIS horas da manhã, eu tentando arranjar uma porra de taxi na porta do Piove, estabelecimento noturno onde fui parar - don't ask -, pois o meu taxista estava longe pra cacete e demoraria séculos para me resgatar. Eis que surge um carro, mas havia uma velha maluca BEM DOIDA também esperando por um taxi. Fizemos uma amizade ali, rapidinho, pá pum, e decidimor por ir juntas. Tá, também não sei porque raios eu fiz isso. Só sei que fui parar no Mc Donalds com esta pessoa cuja cara eu nunca vi na vida e neste momento não tenho a menor recordação de como seja. Comemos um McFrança, McAlemanha ou algo semelhante* e aquelas gororobas todas emplastrando o banco do carro do homem. Foi neste momento que eu cometi o erro crasso. Perguntei:
"Mas e aí, amiga? Como é que você chama mesmo?"
Resposta: "Claudia Leite".
O pior não teria ocorrido se eu não tivesse aberto a minha boca GRANDE e fizesse o seguinte comentário cretino, infeliz e sem graça alguma:
"Igual a cantora de axé?"
Bem, só para deixar claro, o taxista já estava PUTO com a meleca de batata e molho sei lá de quê que vem no McYpslon que a gente comeu, tá. E a mulher começa a cantar:
"Eu quero é mais, por isso eu sou NET, eu quero é mais, por isso eu sou NET, eu quero mais....."
ININTERRUPTAMENTE, da Faria Lima à Rua Fradique Coutinho, onde eu saltei do táxi correndo, entrei pela portaria e subi pensando: "Meu Deus, pra quê fazer isso com a minha própria vida???"
Como venho de uma família estranha, que só se junta a gente estranha, é claro que no dia seguinte descobri que o meu irmão CONHECE essa pessoa.
Sem mais.
*EDITANDO em 26/05/2010: Foi um McItália. Lembrei.
Começamos mal, pois não sei se vocês sabem, mas existe esta maldição que empurra para a rua, e para as mais desgovernadas situações, pessoas bem intencionadas. Digo isso porque sou a prova viva desta teoria, cujo fundamento foi baseado em uma análise pra lá de séria, elaborada por mim mesma em parceria com a amiga Sam e te falo, viu. A coisa é real. Boa intenção não leva a nada. Você terminará sua noite largado em uma sarjeta qualquer e acordará com um mendigo roubando sua garrafa de Cynar e um cachorro lambendo a sua boca. Terá muita sorte se não for carregada junto com o lixo pelo caminhão da Vega Sopave. É mais ou menos assim que funciona.
Pois bem. Partindo deste princípio, percebam que eu pretendia ficar em casa jogando tranca no Facebook, mas uma série de acontecimentos que não vêm ao caso especificamente agora me obrigaram a sair porta afora.
CORTA. INDEX.
SEIS horas da manhã, eu tentando arranjar uma porra de taxi na porta do Piove, estabelecimento noturno onde fui parar - don't ask -, pois o meu taxista estava longe pra cacete e demoraria séculos para me resgatar. Eis que surge um carro, mas havia uma velha maluca BEM DOIDA também esperando por um taxi. Fizemos uma amizade ali, rapidinho, pá pum, e decidimor por ir juntas. Tá, também não sei porque raios eu fiz isso. Só sei que fui parar no Mc Donalds com esta pessoa cuja cara eu nunca vi na vida e neste momento não tenho a menor recordação de como seja. Comemos um McFrança, McAlemanha ou algo semelhante* e aquelas gororobas todas emplastrando o banco do carro do homem. Foi neste momento que eu cometi o erro crasso. Perguntei:
"Mas e aí, amiga? Como é que você chama mesmo?"
Resposta: "Claudia Leite".
O pior não teria ocorrido se eu não tivesse aberto a minha boca GRANDE e fizesse o seguinte comentário cretino, infeliz e sem graça alguma:
"Igual a cantora de axé?"
Bem, só para deixar claro, o taxista já estava PUTO com a meleca de batata e molho sei lá de quê que vem no McYpslon que a gente comeu, tá. E a mulher começa a cantar:
"Eu quero é mais, por isso eu sou NET, eu quero é mais, por isso eu sou NET, eu quero mais....."
ININTERRUPTAMENTE, da Faria Lima à Rua Fradique Coutinho, onde eu saltei do táxi correndo, entrei pela portaria e subi pensando: "Meu Deus, pra quê fazer isso com a minha própria vida???"
Como venho de uma família estranha, que só se junta a gente estranha, é claro que no dia seguinte descobri que o meu irmão CONHECE essa pessoa.
Sem mais.
*EDITANDO em 26/05/2010: Foi um McItália. Lembrei.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Só pra constar
Estou aqui nessa loja que Deus me empurrou, com uma TOSSE mutante que eu não sei se é tosse de fato, pneumonia, intoxicação, alergia, galinha na encruzilhada, reação a Cesio 137 ou o quê quando uma cliente se dirige a mim e diz:
"Jesus está voltando viu! Prepare-se pois você verá a volta do salvador!! Preste atenção aos sinais!! OS SINAAAAIS!! Você é uma criatura abençoada que encontrará Jesus na sua vida!!"
Esse negócio de encontrar Jesus........isso pra mim é música do Durvalino, coisa do Asa de Águia, tá?
"Jesus está voltando viu! Prepare-se pois você verá a volta do salvador!! Preste atenção aos sinais!! OS SINAAAAIS!! Você é uma criatura abençoada que encontrará Jesus na sua vida!!"
Esse negócio de encontrar Jesus........isso pra mim é música do Durvalino, coisa do Asa de Águia, tá?
terça-feira, 18 de maio de 2010
Por quê determinadas pessoas são mandadas à merda
Aconteceu com mamãe.
Caminhava mamãe pelo bairro com os dogs Jurema e Tulipo. Eis que um encosto faz-se notar e ela descobre um véio emparelhando, andando a seu lado no meio da rua. Seria apenas medianamente bizarro se a figura em questão, além de colar na mulher, não dissesse ininterruptamente:
"Rui! Rui! Rui! Ô Rui! Rui!".
Minha mãe é fina e serena, mas não tem muito saco pra nego folgado. Maluco tampouco. Engraçado então, muito menos. Sendo assim, ela parou de andar e disse para o sujeito, encarando-o:
"O senhor está falando comigo? Pois meu nome não é RUI".
Ao que a criatura responde:
"Não não, eu estou falando com seus cachorros. Na verdade estou fazendo um teste que está funcionando muito bem: chamo qualquer cachorro de Rui e ele me atende. Só os da senhora não responderam. Bem estranho...."
Após breve momento de compreensível catatonia mamãe lança:
"Bem, meu querido, eles também não se chamam Rui. Com licença, sim?"
Agora me digam: isso é ou não é alguma coisa que estão colocando na água, hein?
E a SORTE desse cara de ter encontrado a minha mãe e não a mim no meio da rua, me diz. É grave a situação da sociedade como a conhecemos. Preciso virar uma pessoa excêntrica logo para me isolar em algum ponto do planeta onde boçais ganhem sempre a bola preta. Seria mais do que um sonho.
Caminhava mamãe pelo bairro com os dogs Jurema e Tulipo. Eis que um encosto faz-se notar e ela descobre um véio emparelhando, andando a seu lado no meio da rua. Seria apenas medianamente bizarro se a figura em questão, além de colar na mulher, não dissesse ininterruptamente:
"Rui! Rui! Rui! Ô Rui! Rui!".
Minha mãe é fina e serena, mas não tem muito saco pra nego folgado. Maluco tampouco. Engraçado então, muito menos. Sendo assim, ela parou de andar e disse para o sujeito, encarando-o:
"O senhor está falando comigo? Pois meu nome não é RUI".
Ao que a criatura responde:
"Não não, eu estou falando com seus cachorros. Na verdade estou fazendo um teste que está funcionando muito bem: chamo qualquer cachorro de Rui e ele me atende. Só os da senhora não responderam. Bem estranho...."
Após breve momento de compreensível catatonia mamãe lança:
"Bem, meu querido, eles também não se chamam Rui. Com licença, sim?"
Agora me digam: isso é ou não é alguma coisa que estão colocando na água, hein?
E a SORTE desse cara de ter encontrado a minha mãe e não a mim no meio da rua, me diz. É grave a situação da sociedade como a conhecemos. Preciso virar uma pessoa excêntrica logo para me isolar em algum ponto do planeta onde boçais ganhem sempre a bola preta. Seria mais do que um sonho.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Passaporte
Hoje de manhã concluí o óbvio. Estava na minha cara esse tempo todo, mas diz que as coisas evidentes às vezes são as mais difíceis de enxergarmos, não tem uma história assim?
Pois bem. Descobri que para ser um cidadão deSão Ca determinada cidade do ABC paulista, o sujeito precisa de um certificado de idiotice, retardo mental ou algo do gênero.
Porque esta exigência é a única explicação plausível para o comportamento das pessoas que aqui residem. Farei um breve relato do que me aconteceu durante uma caminhada até a farmácia, distante apenas 4 quarteirões e localizada na mesma rua desta Indústria Vital.
Quarteirão#1 - Fui atropelada por uma bicicleta daquelas que entregam galão de água. Carregada. Em 2 horas ou menos háverá um ROXO marcando o local do hematoma na minha barriga. Ainda bem que o cara pegou uma parte fofa.
Quarteirão#2 - Uma velha que regava a merda de seu jardim distraiu-se conversando com o cara da COMGAS e direcionou o jato d'água em minha direção. Sim, tomei uma esguichada na fuça com esta temperatura agradável de Groelândia que faz atualmente por aqui. Puta, que ódio.
Quarteirão#3 - Um palhaço, vendo que eu estava passando, acionou o botão de seu portão eletrônico, que fechou-se sobre minha cabeça. Sim, outra escoriação. Deve ser CEGO além de idiota. Nego olha na minha cara, VÊ que estou no ângulo da merda da porta e mesmo assim aciona o mecanismo. Me explica.
Quarteirão#4 - Velho tarado passa por mim em frente a um carro da polícia estacionado e lança uma baixaria. Quer dizer, não tem medo de morrer. Xinguei esta criatura durante uns 10 minutos seguidos. Colei no braço do velho e não deixei ele ir embora. O policial pediu para que eu, por favor, "liberasse o cidadão, senhora".
Tem ou não tem que ter um carimbo de "RETARDADO" no CPF pra habitar essa merda??
Pois bem. Descobri que para ser um cidadão de
Porque esta exigência é a única explicação plausível para o comportamento das pessoas que aqui residem. Farei um breve relato do que me aconteceu durante uma caminhada até a farmácia, distante apenas 4 quarteirões e localizada na mesma rua desta Indústria Vital.
Quarteirão#1 - Fui atropelada por uma bicicleta daquelas que entregam galão de água. Carregada. Em 2 horas ou menos háverá um ROXO marcando o local do hematoma na minha barriga. Ainda bem que o cara pegou uma parte fofa.
Quarteirão#2 - Uma velha que regava a merda de seu jardim distraiu-se conversando com o cara da COMGAS e direcionou o jato d'água em minha direção. Sim, tomei uma esguichada na fuça com esta temperatura agradável de Groelândia que faz atualmente por aqui. Puta, que ódio.
Quarteirão#3 - Um palhaço, vendo que eu estava passando, acionou o botão de seu portão eletrônico, que fechou-se sobre minha cabeça. Sim, outra escoriação. Deve ser CEGO além de idiota. Nego olha na minha cara, VÊ que estou no ângulo da merda da porta e mesmo assim aciona o mecanismo. Me explica.
Quarteirão#4 - Velho tarado passa por mim em frente a um carro da polícia estacionado e lança uma baixaria. Quer dizer, não tem medo de morrer. Xinguei esta criatura durante uns 10 minutos seguidos. Colei no braço do velho e não deixei ele ir embora. O policial pediu para que eu, por favor, "liberasse o cidadão, senhora".
Tem ou não tem que ter um carimbo de "RETARDADO" no CPF pra habitar essa merda??
Teste de fidelidade
Tem uma bicha que trabalha na padoca ao lado da casa da minha mãe que acha que eu sou amante do meu pai. O que é bizarro, já que sou a cara da minha mãe e idêntica ao meu pai. É altamente óbvio o parentesco existente entre nós, mas vai entender.
Meus pais vão nessa joça TODO DIA e a bicha simplesmente partiu do princípio que se o meu pai foi à padoca com outra mulher que não minha mãe, ele está com a amante. Mesmo porque padarias são excelentes locais para levar a outra. E impressioná-la. Nada mais sedutor.
Então a figura fica fazendo perguntas para tentar pegar meu pai no pulo. Já combinei com ele que iremos juntos lá pelo menos 3 vezes por semana. Objetivo: noiar a bicha.
Tamo ocupado, viu.
Meus pais vão nessa joça TODO DIA e a bicha simplesmente partiu do princípio que se o meu pai foi à padoca com outra mulher que não minha mãe, ele está com a amante. Mesmo porque padarias são excelentes locais para levar a outra. E impressioná-la. Nada mais sedutor.
Então a figura fica fazendo perguntas para tentar pegar meu pai no pulo. Já combinei com ele que iremos juntos lá pelo menos 3 vezes por semana. Objetivo: noiar a bicha.
Tamo ocupado, viu.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Família a gente não escolhe né
Bom, né, ontem foi dia das mães e a família Do-Ré-Mi realizou seu tradicional armoço divertido na casa de titia. Ocorre que na véspera do dia das mães foi meu aniversário, porque a gente é perfeita mas envelhece, fazer o quê. Por isso que eu me aplico no processo da conservação em álcool e tudo o mais.
Isso quer dizer que eu, apesar de não ser mãe de nenhum humano, ganhei presentes ontem. Eis a conversa entre mim e titia, a anfitriã:
"Paula comprei isto aqui para você, MAS VOCÊ NÃO VAI GOSTAR. Não é a sua cara". Disse ela me entregando um pacote.
Quer dizer: a pessoa vai até uma loja, entra nela, olha tudo o que tem lá dentro e escolhe justamente o item que certamente não agradará. Juro que achei o método interessante. Eu, que estou oficialmente pirando, adotarei a técnica.
O legal é que logo que abri o tal embrulho e retirei o conteúdo de dentro, titia, que estava ao meu lado, solta:
"Mas não foi isso que eu comprei!!! Este eu descartei, era um dos que você gostaria!"
[??????????????????????????????????]
Trata-se de um vestido e eu de fato adorei. Pena que titia não tá bem mentalmente não.
Isso quer dizer que eu, apesar de não ser mãe de nenhum humano, ganhei presentes ontem. Eis a conversa entre mim e titia, a anfitriã:
"Paula comprei isto aqui para você, MAS VOCÊ NÃO VAI GOSTAR. Não é a sua cara". Disse ela me entregando um pacote.
Quer dizer: a pessoa vai até uma loja, entra nela, olha tudo o que tem lá dentro e escolhe justamente o item que certamente não agradará. Juro que achei o método interessante. Eu, que estou oficialmente pirando, adotarei a técnica.
O legal é que logo que abri o tal embrulho e retirei o conteúdo de dentro, titia, que estava ao meu lado, solta:
"Mas não foi isso que eu comprei!!! Este eu descartei, era um dos que você gostaria!"
[??????????????????????????????????]
Trata-se de um vestido e eu de fato adorei. Pena que titia não tá bem mentalmente não.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Comunicado
Bom, então que estou indo passar uma pequena temporada na Vieira Souto pois eo mereço e estou com uma ótima desculpa em mãos.
Há um ponto apenas que me preocupa e trata-se justamente da desculpa em questão, já que estamos falando aqui da incrível festa anual de Vizinha, evento ainda sem classificação nos rankings criados pela humanidade até o momento.
Se eu começar a pensar na probabilidade desta edição superar a do ano passado, tentar vizualizar meu futuro será algo bastante preocupante. Quando digo "meu futuro", me refiro àquilo que talvez sobrará dele após a noite de sábado próximo.
Portanto, suponhamos que eu não retorne. Enumerarei aqui algumas opções de ocorrências, providência que poderá facilitar o trabalho da polícia e entusiastas em geral:
a) Morte - quer dizer, se não houver pistas mesmo, se ninguém tiver me visto novamente, considerem esta hipótese sem medo. É algo plausível, já que estamos juntando aqui substâncias ilegais, pessoas suspeitas, uma grande avenida e o Oceano Atlântico. Não lamentem, todos vocês também morrerão um dia. Provavelmente de um jeito bem menos legal.
b) Hospital - No caso de eu não chegar até a avenida. Ou ao oceano. Fiquem tranquilos quanto às substâncias, eu não morro disso. Qualé.
c) Sumiço - Nunca se sabe. NUNCA SE SABE quem ou o quê estará neste evento. Sei lá, o Gerard Butler não veio no carnaval para pagar mico na Brahma? Algo muito melhor poderá aparecer no arrasta pé da Vizinha especificamente. Vai saber.
d) Desorientação / Perda de Memória - atenção ao que eu disse sobre substâncias ilegais: "eu não morro disso". Agora quem me garante que o cérebro não vai fritar e que eu não vou estabelecer uma amizade de infãncia com alguma freak patológica, como Baby Consuelo ou Vera Fischer, sei lá? É uma possibilidade, ué.
Posso também quebrar um membro, sofrer escoriações ou cortes profundos, como ocorreu na última vez em que participamos de tal acontecimento. Só sei que estou me jogando.
Adeus mortais.
Há um ponto apenas que me preocupa e trata-se justamente da desculpa em questão, já que estamos falando aqui da incrível festa anual de Vizinha, evento ainda sem classificação nos rankings criados pela humanidade até o momento.
Se eu começar a pensar na probabilidade desta edição superar a do ano passado, tentar vizualizar meu futuro será algo bastante preocupante. Quando digo "meu futuro", me refiro àquilo que talvez sobrará dele após a noite de sábado próximo.
Portanto, suponhamos que eu não retorne. Enumerarei aqui algumas opções de ocorrências, providência que poderá facilitar o trabalho da polícia e entusiastas em geral:
a) Morte - quer dizer, se não houver pistas mesmo, se ninguém tiver me visto novamente, considerem esta hipótese sem medo. É algo plausível, já que estamos juntando aqui substâncias ilegais, pessoas suspeitas, uma grande avenida e o Oceano Atlântico. Não lamentem, todos vocês também morrerão um dia. Provavelmente de um jeito bem menos legal.
b) Hospital - No caso de eu não chegar até a avenida. Ou ao oceano. Fiquem tranquilos quanto às substâncias, eu não morro disso. Qualé.
c) Sumiço - Nunca se sabe. NUNCA SE SABE quem ou o quê estará neste evento. Sei lá, o Gerard Butler não veio no carnaval para pagar mico na Brahma? Algo muito melhor poderá aparecer no arrasta pé da Vizinha especificamente. Vai saber.
d) Desorientação / Perda de Memória - atenção ao que eu disse sobre substâncias ilegais: "eu não morro disso". Agora quem me garante que o cérebro não vai fritar e que eu não vou estabelecer uma amizade de infãncia com alguma freak patológica, como Baby Consuelo ou Vera Fischer, sei lá? É uma possibilidade, ué.
Posso também quebrar um membro, sofrer escoriações ou cortes profundos, como ocorreu na última vez em que participamos de tal acontecimento. Só sei que estou me jogando.
Adeus mortais.
sábado, 27 de março de 2010
Sai de mim
Então. Só para deixar claro aqui que não tolerarei NADA referente a essa história cretina de hora do planeta.
É claro que não desligarei nada, nem luzes nem carregadores, nem as TVs, nem os aquecedores de água, nem o ar condicionado, nada. Longe de mim querer destruir o planeta, mas vamos combinar que não passarei uma hora inteira me fudendo no escuro em pleno sábado porque algum mala lançou essa idéia de jerico.
Eu gostaria inclusive de ter em mãos provas, como fotos ou testemunhas oculares, de que esse povo que não pára de pentelhar quem está quieto em seu canto, assim como eu, aderirá de fato às trevas.
Quero ver quem tem coragem de me mandar mais algum tweet ou vídeo via Facebook falando sobre como é importante a população se unir pelo bem estar do meio ambiente. Quero ver.
Hora do planeta é o meu cú.
É claro que não desligarei nada, nem luzes nem carregadores, nem as TVs, nem os aquecedores de água, nem o ar condicionado, nada. Longe de mim querer destruir o planeta, mas vamos combinar que não passarei uma hora inteira me fudendo no escuro em pleno sábado porque algum mala lançou essa idéia de jerico.
Eu gostaria inclusive de ter em mãos provas, como fotos ou testemunhas oculares, de que esse povo que não pára de pentelhar quem está quieto em seu canto, assim como eu, aderirá de fato às trevas.
Quero ver quem tem coragem de me mandar mais algum tweet ou vídeo via Facebook falando sobre como é importante a população se unir pelo bem estar do meio ambiente. Quero ver.
Hora do planeta é o meu cú.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Enquete
Que fim trágico seria adequado para esta PESSOA?
Você está em seu escritório, ocupadíssimo, exercendo atividades pertinentes ao seu cargo de alto membro da diretoria, como executar tentativas de passar 2 níves consecutivos no Mafia Wars, participar de conversas de conteúdo duvidoso via MSN, ou até mesmo coçar o dedão de seu belo pé, quando sua linha direta toca. Você para tudo para atender aquele que importuna e descobre que o invertebrado do outro lado da linha procura na verdade por um outro alguém:
"Eu queria falar com a Waldisnééééía???"
"Waldisnéia é no PABX, este número é particular. Anote aí, ser equino: 234-56-78. PLOFT!"
Um minuto se passa e.......
"Oi, eu liguei lá, mas está ocupado...."
Eu ainda morro disso, juro.
Você está em seu escritório, ocupadíssimo, exercendo atividades pertinentes ao seu cargo de alto membro da diretoria, como executar tentativas de passar 2 níves consecutivos no Mafia Wars, participar de conversas de conteúdo duvidoso via MSN, ou até mesmo coçar o dedão de seu belo pé, quando sua linha direta toca. Você para tudo para atender aquele que importuna e descobre que o invertebrado do outro lado da linha procura na verdade por um outro alguém:
"Eu queria falar com a Waldisnééééía???"
"Waldisnéia é no PABX, este número é particular. Anote aí, ser equino: 234-56-78. PLOFT!"
Um minuto se passa e.......
"Oi, eu liguei lá, mas está ocupado...."
Eu ainda morro disso, juro.
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