Porque as bizarrices cotidianas devem ser comentadas

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Mais conversas Facebookeanas

Então né gente. Ontem foi feriado e juntamos a turma dos ricos e famosos que já voltou de Caraíva para disseminar a anarquia na cidade. Não sei se todos sabem, mas eu, Annik e Allard não somos vizinhos apenas durante o verão. Moramos na mesma rua, vai vendo o perigo que essa gente de Pinheiros não corre.

Daí, eles descobriram esse lugar absurdamente simpático para ser o bunker dos Internacionais, no caso, nós mesmos. Adivinha se é na nossa rua? OPA. Juntamos eu, Annik e Allard, Nanci, Patty Lottita, o Portuga e as mina Fedora - a Fedora Abdalla executiva de fronteira e a Fedora Abdalla Beyonça.

Chegamos lá e não sabíamos o nome do estabelecimento. Como já estávamos tomados pela bobeira natural, falávamos Mooquês - amamos isso - e o que vocês verão a seguir é o resultado do check in efetuado no FB:



 ·  · Tag friends
    • Nanci Bonani me gostei muito dos petisco bella!
      8 hours ago · 
    • Annik Buzian Nossa!!! Q me tava otemo!!!!!! Mesmooooo rsrsrs
      8 hours ago · 
    • Paula Scarcelli me gostei dos porvo e dos mino ovo.......e das Stella.......
      8 hours ago · 
    • Paula Scarcelli me tava otemo, hahahahahahaha
      8 hours ago · 
    • Annik Buzian Kkkkkkkkkkkkk vamo no sabadooooooo??? Em algum outro ou nesses belasssss!?
      8 hours ago · 
    • Paula Scarcelli me vamo-me!!!! to drento bella!
      8 hours ago · 
    • Nanci Bonani me gostaria de ser chamada também, se me for possível
      5 hours ago · 
    • Annik Buzian Mas e lojjico lolita sem você nao tem sentido!!! Ja mi tava sempre nas organizacoes!! bella!!!! Vamos juntinhassss!! Uhuhuhuhu. Vou mi ver os horarios de tarde p ficar cedo quando. E tarde!! Rsrsrs tipo comec as 16 para poder beber e acharq e cedo!!rsrs
      5 hours ago · 
    • Paula Scarcelli má me acho-me perfeito. a gente me finge que é cedo e fica tudo certo. e vc já foi convocada Cilios, me tá estranhando a gente?
      5 hours ago · 
    • Annik Buzian Ma me e claro!!! Me vo chama paty e. Aquele portuga la
      5 hours ago · 
    • Nanci Bonani só me queria completar as frase, lojjjjico que me sei que me tamu junto sempre. Me amo vocês viu!
      5 hours ago · 
    • Paula Scarcelli tem que me chamar a Lottita e o portuga, má claro! E me avisa as Fedora Abdalla tb!
      5 hours ago · 
    • Nanci Bonani ahahahha e não é que a Lottita já me nasceu na famiglia.
      5 hours ago · 
    • Paula Scarcelli má me é tudo da mesma laia
      5 hours ago · 
    • Annik Buzian Kkkkkkkk ma qUe essa famiglia ta otemaaaa!!!
      5 hours ago ·  ·  1
    • Rodrigo Quina Me sei que voces sao muito legais, má só vou se as Fedora for!
      4 hours ago ·  ·  1
    • Nanci Bonani de que se trata essa tal de Fedora, nao me conheço, é da Móoca?
      4 hours ago ·  ·  1
    • Paula Scarcelli as mina fedora!!! a executiva de fronteira e a beyonça, me tá esquecida das colega??
      4 hours ago ·  ·  1
    • Nanci Bonani hahahahhahaha, as Fedora, claro não me podem falta
      4 hours ago · 
    • Paula Scarcelli má nem me pense!!!
      4 hours ago · 
    • Annik Buzian Pelamordedeus! Vai ser no patio da san genaro!!!rsrsr
      3 hours ago ·  ·  1
    • Paula Scarcelli má me vamo reservááááááá
      3 hours ago ·  ·  1
    • Rodrigo Quina Ma me ligue pa Tancinha!!
      about an hour ago ·  ·  1
    • Paula Scarcelli Olha os melao!
      about an hour ago ·  ·  1
    • Rodrigo Quina Me ja olhou e gostou!
      about an hour ago · 
    • Paula Scarcelli má a gente é fluente em tancinhês hein!
      about an hour ago ·  ·  1
    • Rodrigo Quina Má me aprende rapido memo sendo Português!
      50 minutes ago ·  ·  1
    • Paula Scarcelli me é esperto esse portuga, viu




Em tempo: o local NÃO SE CHAMA "Me Gostaria de um Petisco-me". Isso é o apelido carinhoso, inspirado pela primeira frase proferida no ambiente. Serei bacana e dividirei a informação, vamos lá: o nome do quintal delícia é La Madrileña e fica a poucos metros de minha residência, na rua Cônego Eugênio Leite, 1127. É uma loja de vinhos que serve tapas escandalosamente deliciosos num jardinzinho lindo. Vai lá, povo. Vale a pena. E se estivermos ali na mesa do fundo, não se aproximem. A gente não presta não, somos péssimas companhias. Preservem-se.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Maravilha Moderna (e seu teclado fantástico)

Então né gente, iPhone é uma coisa absurdamente maravilhosa, como é que a gente vivia sem ele? Nem me lembro. Na verdade, nem havia vida de fato antes, sejamos sinceros. Onde estava a graça do mundo? Adormecida, isso.

Enfim, nossa existência era cinza. Eu só queria um auxílio aqui com a seguinte mensagem que recebi hj:

"Vamos jantar hoje? Japa? Encontrarmos? Beber aguardo retorno ratares serio topam?"

RETORNO RATARES

Alguém? Alguém? Ninguém? Bueller?



sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Concluindo...

...minha vida é um antro de maluco. Daqui a pouco dou de cara com o Giovanni Improtta. Para tudo, isso já aconteceu. Ele estava em Caraíva no Réveillon.

Estou pasma.

Conversas Facebookeanas

Red posta em minha TL:

"Barbosa, vc está aí?"

E a coisa prossegue da seguinte maneira:

 · 

    • Paula Scarcelli DANIEL, MEU FILHO, VC ESTÁ AÍ???????????
      Wednesday at 17:28 · 

    • Renata Red Cláudio Lembo, vc está aí?
      Wednesday at 17:32 · 

    • Paula Scarcelli Sheila, vc está aí????
      Wednesday at 17:36 · 

    • Renata Red Primo It, vc está aí?
      Wednesday at 17:37 · 

    • Leticia Vicini Miguel, você está aí?
      Wednesday at 17:43 · 

    • Paula Scarcelli Cazuza, vc está aí?
      Wednesday at 17:46 · 

    • Renata Red Odete, vc está aí?
      Wednesday at 17:47 · 

    • Paula Scarcelli Disc Jockey, vc está aí????
      Wednesday at 17:48 · 

    • Leticia Vicini Narcisa, você está aí?
      Wednesday at 17:49 · 

    • Renata Red Balalaika, vc está aí?
      Wednesday at 17:49 · 

    • Paula Scarcelli Jaspion, vc está ai?????
      Wednesday at 17:49 ·  ·  1

    • Leticia Vicini não sente no vaso, Jaspion! Olha o rodo, Paula!
      Wednesday at 17:50 · 

    • Paula Scarcelli Balalaika saiu, AKIDOV se enconnntra, quer estar deixando recado?
      Wednesday at 17:51 · 

    • Renata Red Dr. Reginaldo, o senhor mesmo está aqui para falar com o senhor.
      Wednesday at 17:52 · 

    • Paula Scarcelli Dr. Reginaldo foi ao dentel.
      Wednesday at 17:57 · 


Em suma: IMBECILIDADE GENERALIZADA - TRABALHAMOS COM. 29 minutos produzindo material inútil. Em horário comercial.

Beijos

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Ainda sobre o trágico caminho Caraíva-São Paulo

Pois é, né. Após a maravilhosa performance de abandono na beira do Rio Caraíva, comandada por aquela bicha transformista enrustida de nome ridículo que se diz MOTORISTA e protagonizada por mim, que culminou no grandioso no show em meu vôo com destino a São Paulo, o que me restava da vida? 


Sentar no quiosque da Giovanna e comer coxinha até morrer. 

Pensem que eu tinha CINCO horas de espera até embarcar no próximo vôo onde consegui me enfiar e diante da intervenção divina que é a existência daquela bagaça lá - a Giovanna -, nem titubeei. Atravessei a rua, apossei-me de uma mesa, abri meu livro e mandei descer coxinha com catupiry. Nonstop. Ocupar o tempo e tal.

Movimento ninja devidamente executado, até enxerguei de maneira mais otimista meu triste futuro.

Má foi o tempo de eu PENSAR em abrir meu belo book e tentar dar a primeira abocanhada javalinesca na  coxinha #1 e tcharã:

Groselino de plantão. 


Ali, bem do meu lado, com tempo livre no sul da Bahia. Imaginem o potencial deste senhor. A figura encostou no balcão do quiosque e decidiu que aquele era o momento ideal para começar uma conversa estapafúrdia com a desaventurada criatura que ocupava o espaço cumprindo seu horário comercial no referido estabelecimento.

Em uma palavra: monólogo. Em duas: monólogo desembestado. A pobre garota da Giovanna nem "sim" ou "não" fazia com a cabeça enquanto mergulhava toda sorte de empanados recheados em óleo fervente. Ela estava desesperada, pedindo socorro para o cosmos ou qualquer outra parada que pudesse salvá-la. E o Grosa na seguinte falação louca sem pausa nem respiro:

"Olhe, ontem eu comecei a me sentir mal, muito mal, tive uma sensação de morte e achei que fosse morrer. Achei mesmo. Pensei em ir pra Santa Casa, mas deitei e parei de achar que estava RUI, na verdade, eu estava bom, mas é que eu tinha uma SINUZISSE.....aquela dor na cara.....Você sabe? Não? Daí eu me dano, porque eu também não sei. [DESISTI DO LIVRO, MATEI A COXINHA, PEDI OUTRA PRA OUVINTE QUE NÃO TINHA PARA ONDE CORRER]  E esse que é o problema, porque o vizinho do cunhado da garota que fica de favor lá na casa do meu tio, ela atende telefone e anota recado, sabe? Não o vizinho, a garota que fica de favor lá na casa do meu tio. Mas o vizinho do cunhado dela disse que eu tinha que tomar um remédio e eu esqueci o nome do remédio que ele me disse [NOVA COXINHA EM MÃOS]. Então eu tomei uma ASPIRONA mesmo, porque na televisão tem uma mulher que fala que é pra todas as dores, não só dor de cabeça. Mas a minha dor era na cabeça, daí eu achei que não tinha problema não. Tomei a ASPIRONA e deitei, mas não melhorava não [SEGUNDA COXINHA: DONE]. Aquilo me deu uma irritação e eu fui pra rua e o que curou minha SINUZISSE foi mesmo é cinco lata de Skol. Melhorou na hora, mas no que melhorou, piorou. Tive uma sensação de morte pior do que a primeira vez. Naquela hora era morte mesmo, morte de caixão [MANDA OUTRA COXINHA, FODA-SE O MUNDO, O QUE ESSE CARA TÁ FALANDO?]. Olha, fui pra casa, vi um filme na SKAU e hoje eu to novo. Nem parece que eu ia morrer, passou a sensação de morte. Tem que ter SKAU, quando dá esses problemas, só assim melhora. A gente acalma, televisão é muito bom pros nervo. Acalma." 


QUEM. PERGUNTOU. MANO. 


SENSAÇÃO DE MORTE.

SINUZISSE.

ASPIRONA.

SKAU.

Desnecessário comentar que neste momento eu já não tinha mais vontade de viver e decidi levantar da minha mesa para buscar um lugar/buraco/jaula que garantisse isolamento contra espécies como a recém citada. Abro minha bolsa pra pagar as coxa e dou de cara com um pacote. 

Conteúdo: dois Kibes do Neres

GPS: Neres-Beira do Rio-Caraíva-Porto Seguro-Bahia-Brasil-Third Rock from the Sun. 

Bem, quem nunca foi à Caraíva dificilmente entenderá o que tais kibes significam, mas posso adiantar que a palavra de ordem da cidade neste verão foi "AnarKibe". Tirem suas próprias conclusões. E não, não sei como foram parar dentro da minha bolsa. Tenho até um certo medo de saber, mas enfim.

TRÊS horas depois, embarquei e deu-se aquela sequência de fatos já descrita anteriormente cujo ápice foi o despertar de minha segunda personalidade - Mallory Knox - que tem como único objetivo caçar aquele rapaz imbecil, o motorista debilóide que desencadeou essa porra toda.

Pensei em pagar o orador desenfreado do balcão para marcar uma viagem com ele. Falando. De um ponto a outro. Pensar num roteiro aqui.


Que fase.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

O dia em que eu virei um vegetal

Volto da Bahia, contrariadíssima, e dou de cara com ISTO:



QUE. PORRA. É. ESSA.

Andaram me perguntando em que tipo de vegetal eu me transformei.

PASTO, minha gente. Virei PASTO. Nada mais adequado, concordemos.

2012 começa a dar as caras. Vamos acompanhar.

Em tempo: isso é coisa do CARLIFA.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Voltar de Caraiva e apresentar documentos na imigração - COMO FAZER

Mais simples do que muitos imaginam. De acordo com a Presepadas Pictures Presents - organização não governamental presidida por mim - e o Guia dos Mochileiros das Galáxias, basta você ir à Bahia e contratar um palhaço de nome estranho motorista chamado CARLIFA.

CARLIFA é o novo Pedro do 122. Ano novo, vida nova, bode expiatório novo. De agora em diante é este cara que vou perseguir e tudo que me acontecer de errado será culpa de quem?

CARLIFA

Que conste: sou pentelha, mano. Tipo velha. As coisas têm que ser do meu jeito e odeio novidades/adaptações porque minha religião prega sobre a relação entre inovar e dar em merda. E dá, viu meu povo. Porra se dá, pode acreditar. Pensando em abrir um templo e tal pra poder catequizar a galera quanto a isso, mas enfim.

Vou para Caraíva há 645 anos e quem me transporta do aeroporto até a beira do rio e vice versa é um cara chamado Nia. Quantas vezes me dei mal?

Quem respondeu “nenhuma”/ “nunca”/”zero”/”bola”  acaba de ganhar um exclusivo apito de chamar maluco. Eu tenho, funciona super bem. Puta prêmio, dizaê. Resposta EXATA. Nia é o cara.

Esse ano ouvi dizer que a pessoa CARLIFA era manhã de sol meu iaiá e ioiô e, como Nia estava ocupado (devia ter levado essa pista em consideração, um livre e o outro ocupadíssimo, o que isso significa, né), imbecilmente pensei:

“Po....vou contratar CARLIFA.”

E a fodelança começou.

Já na chegada, quem estava lá não era CARLIFA, mas sim um ser de nome Fernando. OKÁ, né? Tem que chegar em Caraíva pra começar a beber logo então vambora com esse sujeito mesmo, cuja fuça desconheço. Afinal de contas, o máximo que poderia acontecer era: assalto, rapto, assassinato, violência. Contrariando todas as minhas previsões, cheguei com vida na beira do rio, o que foi muito bom porque ALGUÉM tem que tomar aquele Netuno todo, sejamos práticos.

Passou-se meu tempo, fui feliz para sempre na Terra Encantada e de repente me encontrei naquela situação tenebrosa de quem precisa ir embora. Nia ocupado novamente (a pista aí novamente, queridões), liguei para CARLIFA e marquei com ele às 8 da manhã na beira do rio para tomar o rumo de Porto Seguro e assim voltar à danação eterna em São Paulo, cidade tão aprazível.

Jacaré apareceu? Nem o CARLIFA.

Resumindo, perdi meu vôo e a única opção existente naquele dia chegando em São Paulo era uma merda de um avião que decolaria 200 horas depois para fazer uma conexão em Confins [corta]

*** Não mexo com conexão, prefiro ir a pé na chuva radioativa junto com o Pedro do 122 do que fazer uma morfética de uma conexão, mas gente sem opção tem que fazer coisas que até sei lá quem duvida (não me lembro quem é que duvida “até________ duvida”, mas é esse aí)***

[volta] e só então me desovar em Cumbica. Calculem como exalei felicidade. Pensei em começar a cantarolar e bater palmas no ritmo do samba celebrando a situação mas me contive, já que detesto gente empolgada.

O caso é que esta conexão em Confins servia para embarcar uma galera cujo destino era Paris, ou seja: lá estava eu de short e camiseta, uma havaiana de cada cor, uma vez que perdi a minha na praia e tive que adaptar um novo par para não embarcar descalça, aquele pé preto típico de quem passou o verão em território Pataxó, canga amarrada na cintura. Cabelo: prefiro não falar. Não quero me expor de forma tão depreciativa. Mas a parada tava em formato de ninho de mafagafos, digamos. E a sala de embarque tomada por pessoas encapotadas, de bota, ternos, bem, gente que estava indo para Paris, desnecessário explicar. Em 3 minutos virei uma anomalia exótica no meio daquele povo penteado e de sapato igual nos dois pés.

Tive que despachar toda a minha bagagem de mão, foi um furdunço no check in porque imaginem a quantidade de coisas líquidas e pastosas que há na bolsa de mão de uma nega que tá vindo de Caraíva, mas consegui transpor este obstáculo de maneira medianamente razoável.

Tá. Mentira. Foi um caralho com asas fazer isso, mas nessa altura do campeonato era praticamente improvável que algo mais me atingisse de forma letal.

Embarquei no elegante avião e tenho a nítida impressão de que fui fotografada. Mas como eu disse anteriormente, a esta altura dos acontecimentos eu já tinha quase certeza de que se aquela bosta caísse eu sairia voando, talvez, sei lá, e nada me aconteceria. Questão de estatística, compreendam.

Chego em São Paulo e GRU está fechado devido ao mau tempo. BOA. Rodamos uma hora sobre a porra da pista no meio de uma turbulência que eu nem imaginava ser possível e para vocês terem uma idéia cogitei a hipótese de puxar um coro de “MAYDAY MAYDAY!”

O meu desembarque, que no vôo original, AQUELE QUE PERDI POR CAUSA DO CARLIFA, era para acontecer às 2 da tarde, deu-se à 1 da manhã.

Saio do avião e passo pela imigração. Em outras palavras, voltei da Bahia e apresentei documentos para entrar em São Paulo. O Duty Free ali na minha frente e nem comprar nada eu podia. Tive uma certa vontade de morrer por conta desse detalhe mas prontamente superei. Acho. Peguei a trilha “nada a declarar” e saí pelas portas do Terminal 1.

Nunca havia pensado nesta possibilidade. Grande oferecimento de CARLIFA. Palmas para ele, o cara é um artista.

Agora fico pensando se devo avisar ao Pedro do 122 que o Messias dele chegou. O do resto da humanidade eu não sei, mas o dele tá lá na Bahia. E chama CARLIFA.

E NEM PUDE COMPRAR NADA NO FREE SHOP. 

Tá, superei, juro que superei. Acho.